Hoje estou...
Meu humor atual - i*Eu







Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.



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Sábado, Fevereiro 07, 2004









Continua do mesmo jeitinho... se quiser ver a letra inteira, clique no box de busca de música ao lado. Se quiser saber o nome da música, clique para copiar a imagem.
A gente se fala!

Postado por þérolå, em 1:50 PM
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Postado por þérolå, em 1:48 PM
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Postado por þérolå, em 1:45 PM
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Postado por þérolå, em 1:43 PM
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Só Hoje
Jota Quest

Hoje eu preciso
te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal
Olhar teus olhos de promessas fáceis
Te beijar a boca
de um jeito que te faça rir
Hoje eu preciso te abraçar
Sentir teu cheiro de roupa limpa
Pra esquecer os meus anseios
e dormir em paz
Hoje eu preciso ouvir
qualquer palavra tua
Qualquer frase exagerada
que me faça sentir alegria

Em estar vivo
Hoje eu preciso
tomar um café,
ouvindo você suspirar

Me dizendo que eu sou
causador da tua insônia
Que eu faço
tudo errado sempre
Hoje preciso de você
Com qualquer humor,
com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz

Postado por þérolå, em 1:39 PM
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Quarta-feira, Fevereiro 04, 2004





Postado por þérolå, em 11:31 PM
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Leia sua biografia

Postado por þérolå, em 11:08 PM
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Lamento dos Homens

Que quando chego do trabalho ela largue por um instante o que estiver fazendo - filho, panela ou computador e venha me dar um beijo como os de antigamente. Que, mesmo com o passar do tempo, os trabalhos, os sofrimentos e o peso do cotidiano, ela não perca o jeito que me encantou quando a vi pela primeira vez. Que se estou cansado demais para fazer amor ela não ironize nem diga que "até que durou muito" o meu desejo ou potência. Que quando quero fazer amor ela não se recuse demasiadas vezes nem fique impaciente ou rígida, mas cálida como foi anos atrás. Que ela não me humilhe porque estou ficando calvo ou barrigudo nem comente nossa intimidade com as amigas, como tantas mulheres fazem. Que jamais se permita comentar diante de outros, nem de brincadeira, seja positiva ou negativa, o meu desempenho sexual.
Que não tire nosso bebê dos meus braços dizendo que homem não tem jeito pra isso ou que não sei segurar a cabecinha dele, mas me ensine o que eu não souber. Que ela nunca se interponha entre mim e as crianças, mas sirva de ponte entre nós quando me distancio ou distraio demais. Que quando preciso ficar um pouco quieto ela não insista o tempo todo para que eu fale ou a escute, como se silêncio fosse sinal de falta de amor. Que quando estou com pouco dinheiro ela não me acuse de ter desperdiçado com bobagens em lugar de prover para minha família. Que quando estou trabalhando ela não telefone a toda hora para cobrar alguma coisa que esqueci de fazer ou não tive tempo. Que não se insinue com minha secretária ou colega para descobrir se tenho uma amante.
Que com ela eu também possa ter momentos de fraqueza, de ternura, me desarmar, me desnudar de alma, sem medo de ser criticado ou censurado: que ela seja minha parceira, não minha dependente nem meu juiz. Que cuide um pouco de mim como minha parceira, mas não como se eu fosse um filho desastrado e ela a mãe onipresente; que não me transforme em filho.
E que, se erro, falho, esqueço, me distancio, me fecho demais ou a machuco inconscientemente, ela saiba me chamar de volta com aquela ternura que só nela eu descobri e desejei que não se perdesse nunca, mas me contagiasse e me tornasse mais feliz, menos solitário e muito mais humano".

Lya Luft

Postado por þérolå, em 11:06 PM
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Terça-feira, Fevereiro 03, 2004




Semana boa, chuvosa e cheia de suspense. Prováveis mudanças de cenário na Empresa, anunciadas pelo "Primeiro-Ministro" José Dirceu. Eu, tranquila. O que vier, a gente traça!!
A gente se fala!

Postado por þérolå, em 8:49 PM
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Ele já foi WHAT'S UP, do Bloggerman. Muito merecidamente.
Se você perdeu a oportunidade de conhecer a criatividade do anonimo_incógnito, confira aqui.

Postado por þérolå, em 8:41 PM
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Canção na Plenitude
Lya Luft


Não tenho mais os olhos de menina nem corpo adolescente, e a pele translúcida há muito se manchou.
Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura agrandada pelos anos e o peso dos fardos bons ou ruins.
(Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)
O que te posso dar é mais que tudo o que perdi: dou-te os meus ganhos.
A maturidade que consegue rir quando em outros tempos choraria, busca te agradar quando antigamente quereria apenas ser amada.
Posso dar-te muito mais do que beleza e juventude agora: esses dourados anos me ensinaram a amar melhor, com mais paciência
e não menos ardor, a entender-te se precisas, a aguardar-te quando vais, a dar-te regaço de amante e colo de amiga, e sobretudo força -- que vem do aprendizado.
Isso posso te dar: um mar antigo e confiável cujas marés -- mesmo se fogem -- retornam, cujas correntes ocultas não levam destroços mas o sonho interminável das sereias.


Postado por þérolå, em 8:31 PM
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Este mimo é pro Tobias, da Cybele, tão querido de todos nós!

Postado por þérolå, em 8:28 PM
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Postado por þérolå, em 8:25 PM
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Serena, com o olhar fixo em seu mundo imaginário, ela conversa sem muitos risos, mas repleta de consciência. A mesma consciência lúdica, talvez, que tinha ao descobrir a biblioteca do pai e prever que iria mais tarde brincar com as palavras, dar vida a personagens, inventar estórias, resgatar histórias.

Lya Luft é descendente de imigrantes alemães nascida em Santa Cruz, Rio Grande do Sul. Despertou do berço ouvindo contos mágicos na língua germânica, cresceu entre biografias de pensadores, fotonovelas, teatro grego, histórias em quadrinhos. Em Porto Alegre cursou Letras, depois mestrados, foi professora universitária. Mas a vida acadêmica não era um grande prazer. Preferia traduzir livros, carreira que desde os 20 e poucos anos foi pulsando seu universo fictício. Antes de escrever suas próprias inquietações, Lya Luft penetrou na profissão literária decodificando para o português obras em alemão e inglês. No início era qualquer livro. Os anos peneiraram ao seu rigor e gosto: Virginia Woolf, Thomas Mann, Brecht, Doris Lessing, Günther Grass.

Em 80, com 42 anos, Lya Luft escreve o primeiro romance, As Parceiras. Antes disso publicou três livros de poemas e crônicas que não são encontrados em seu histórico bibliográfico. A madureza lhe deu o poder de criar fábulas de questionamentos, mulheres fortes e homens sonhadores, e vice-versa. Todos os outros livros que brotaram depois, de prosa ou poesia, perfilam um "estado sobre as coisas" do ponto de vista lufteriano, seja falando de amor, morte, relações, família.

Para captar este estilo aguçado somente saboreando as páginas de seus livros e adentrar numa narrativa atraente. Sem personagens, ou com muitos, é O Rio do Meio, um dos que mais expõem a voz do íntimo da escritora. Esta obra de 96 está entre ensaio e confissão. Textos mesclam realidade com invenção, sem traçar limites. Basta uma conversa de pouco mais de uma hora com a escritora gaúcha para depois de ler O Rio do Meio conhecer melhor Lya Luft, e entender o "estado de graça" que ela sente ao escrever.

"Eu vivo muito o mistério da existência humana e acho que é basicamente sobre isso que escrevo. Sobre qual o sentido disso tudo: fragilidade das relações humanas, angústia de não saber o que vem depois da vida, questões de solidão, de dificuldade de comunicabilidade"

Postado por þérolå, em 8:18 PM
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Postado por þérolå, em 8:15 PM
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Postado por þérolå, em 8:14 PM
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Se quiser ver a letra toda, procure no box LETRA DE MÚSICA ao lado, procurando pelo trecho da música ou pelo título, que é o nome do arquivo da imagem!


Postado por þérolå, em 8:03 PM
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Domingo, Fevereiro 01, 2004



Postado por þérolå, em 3:31 PM
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Postado por þérolå, em 12:32 PM
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