
![]() Hoje estou...
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![]() Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.
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![]() Letras de Músicaby letras.mus.br
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![]() Sábado, Fevereiro 07, 2004
![]() Continua do mesmo jeitinho... se quiser ver a letra inteira, clique no box de busca de música ao lado. Se quiser saber o nome da música, clique para copiar a imagem. A gente se fala!
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Quarta-feira, Fevereiro 04, 2004
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Leia sua biografia
Terça-feira, Fevereiro 03, 2004
Semana boa, chuvosa e cheia de suspense. Prováveis mudanças de cenário na Empresa, anunciadas pelo "Primeiro-Ministro" José Dirceu. Eu, tranquila. O que vier, a gente traça!! A gente se fala!
![]() Ele já foi WHAT'S UP, do Bloggerman. Muito merecidamente. Se você perdeu a oportunidade de conhecer a criatividade do anonimo_incógnito, confira aqui.
![]() Este mimo é pro Tobias, da Cybele, tão querido de todos nós!
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![]() Serena, com o olhar fixo em seu mundo imaginário, ela conversa sem muitos risos, mas repleta de consciência. A mesma consciência lúdica, talvez, que tinha ao descobrir a biblioteca do pai e prever que iria mais tarde brincar com as palavras, dar vida a personagens, inventar estórias, resgatar histórias.
Lya Luft é descendente de imigrantes alemães nascida em Santa Cruz, Rio Grande do Sul. Despertou do berço ouvindo contos mágicos na língua germânica, cresceu entre biografias de pensadores, fotonovelas, teatro grego, histórias em quadrinhos. Em Porto Alegre cursou Letras, depois mestrados, foi professora universitária. Mas a vida acadêmica não era um grande prazer. Preferia traduzir livros, carreira que desde os 20 e poucos anos foi pulsando seu universo fictício. Antes de escrever suas próprias inquietações, Lya Luft penetrou na profissão literária decodificando para o português obras em alemão e inglês. No início era qualquer livro. Os anos peneiraram ao seu rigor e gosto: Virginia Woolf, Thomas Mann, Brecht, Doris Lessing, Günther Grass. Em 80, com 42 anos, Lya Luft escreve o primeiro romance, As Parceiras. Antes disso publicou três livros de poemas e crônicas que não são encontrados em seu histórico bibliográfico. A madureza lhe deu o poder de criar fábulas de questionamentos, mulheres fortes e homens sonhadores, e vice-versa. Todos os outros livros que brotaram depois, de prosa ou poesia, perfilam um "estado sobre as coisas" do ponto de vista lufteriano, seja falando de amor, morte, relações, família. Para captar este estilo aguçado somente saboreando as páginas de seus livros e adentrar numa narrativa atraente. Sem personagens, ou com muitos, é O Rio do Meio, um dos que mais expõem a voz do íntimo da escritora. Esta obra de 96 está entre ensaio e confissão. Textos mesclam realidade com invenção, sem traçar limites. Basta uma conversa de pouco mais de uma hora com a escritora gaúcha para depois de ler O Rio do Meio conhecer melhor Lya Luft, e entender o "estado de graça" que ela sente ao escrever. "Eu vivo muito o mistério da existência humana e acho que é basicamente sobre isso que escrevo. Sobre qual o sentido disso tudo: fragilidade das relações humanas, angústia de não saber o que vem depois da vida, questões de solidão, de dificuldade de comunicabilidade"
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![]() Se quiser ver a letra toda, procure no box LETRA DE MÚSICA ao lado, procurando pelo trecho da música ou pelo título, que é o nome do arquivo da imagem!
Domingo, Fevereiro 01, 2004
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