Hoje estou...
Meu humor atual - i*Eu







Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.





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Sábado, Abril 17, 2004



O Mural nesta semana homenageará esta capital que me recebeu de coração e braços abertos: Brasília! Dia 21, completará 44 anos [mas num corpinho de 25]. Na imagem do template, conseguida à duras penas no Google [existem várias, mas de baixa resolução e qualidade], um acréscimo que eu mesma coloquei: a assinatura do fundador, JK.
A obra é dele. Tem que ser assinada.
No clipe da semana, Sarah McLachlan cantando Fallen, e tá divino!
A gente se fala!

Postado por þérolå, em 12:29 PM
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Shogun
A minissérie Shogun, que foi exibida com grande sucesso pela TV Globo na década de 80 e premiada com o Globo de Ouro de Melhor série de TV, foi lançada no dia 23 de abril, em DVD, simultaneamente para os mercados de locação e varejo. O Box completo contem 5 CDs e diversos extras, entre eles: "Making of", Fatos Históricos: O Samurai, A Cerimônia do Chá, a Gueixa, entre outros especiais.

Sinopse
Depois de salvo, John Blackthorne, um navegador inglês que naufraga na costa do Japão, passa a testemunhar a luta mortal de Toranaga, um senhor feudal decidido a se tornar o Shogun, o supremo ditador militar. Influenciado por todos os acontecimentos, Blackthorne torna-se o primeiro e único gaijin (estrangeiro) disputando para ser um guerreiro samurai.




Ficha Técnica
Gênero: Aventura;
Legendas: Inglês, Português e Espanhol;
Legendas dos Comentários: Inglês, Português e Espanhol;
Duração: 548 minutos ;
Colorido;
Formato de Tela: Cheia
Áudio: Inglês (Dolby Digital 5.1) e Espanhol (Dolby Digital Mono)





Comentário
Comprei este box pela Americanas.Com. Levaram apenas dois dias para entregar e - pasme - sem cobrar a taxa de entrega! Era um desejo antigo rever esta série e rever e rever sempre... Tenho o livro e já lí umas duas vezes. Gosto muito das histórias da época feudal japonesesa, com seus samurais e shoguns. A interpretação do Toshiro Mifune e [até] do Richard Chamberlain está divina. São nove horas de apresentação com bela história, belíssima fotografia e bons desempenhos. Vale à pena!

Postado por þérolå, em 12:16 PM
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Postado por þérolå, em 12:10 PM
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Postado por þérolå, em 12:08 PM
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Sexta-feira, Abril 16, 2004






A gente se fala!

Postado por þérolå, em 12:22 AM
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...que ainda, apesar de tudo e de todos eles, continua lindo!

Postado por þérolå, em 12:20 AM
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São 7h. O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede. Estou TÃO acabada, não queria ter que trabalhar hoje. Quero ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando, até. Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles, se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas. Aquário? Olhando os peixinhos nadarem. Espaço? Fazendo alongamento. Leite condensado? Brigadeiro. Tudo menos sair da cama, engatar uma primeira e colocar o cérebro pra funcionar.

Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a matriz das feministas que teve a infeliz idéia de reivindicar direitos à mulher e por quê ela fez isso conosco, que nascemos depois dela. Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós, elas passavam o dia a bordar, a trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas, educando crianças, freqüentando saraus, a vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária.

Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã tampouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconseqüentes com idéias mirabolantes sobre "vamos conquistar o nosso espaço". Que espaço, minha filha? Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo ao seus pés. Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, e se exibir para os amigos, que raio de direitos requerer? Agora eles estão aí, todos confusos, não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo da cruz. Essa brincadeira de vocês acabou é nos enchendo de deveres, isso sim. E nos lançando no calabouço da solteirice aguda.

Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa do Bernard do vôlei - e olhe lá, porque naquela época não existia Bernard e, se duvidar, nem vôlei. Por quê, me digam por quê um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o macharedo? Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso. Tava na cara que isso não ia dar certo.

Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir, que sapatos, acessórios, que perfume combina com o meu humor, nem de ter que sair correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas. Somos fiscalizadas e cobradas por nós mesmas a estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, cheirosas, unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, e especializações. Viramos super mulheres, continuamos a ganhar menos do que eles. Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço?

Chega, eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela - ai, meu Deus, 7h30, tenho que levantar!, e tem mais, que chegue do trabalho, sente no sofá, coloque os pés pra cima e diga "meu bem, me traz uma dose de whisky, por favor?", descobri que nasci pra servir. Cês pensam que eu tô ironizando? Tô falando sério! Estou abdicando do meu posto de mulher moderna... Troco pelo de Amélia. Alguém se habilita?

Ana Kessler


Postado por þérolå, em 12:19 AM
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Uma doença. Grave.
E na moda.

Postado por þérolå, em 12:15 AM
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Quinta-feira, Abril 15, 2004




A gente se fala!

Postado por þérolå, em 1:28 AM
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Postado por þérolå, em 1:27 AM
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Postado por þérolå, em 1:18 AM
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Postado por þérolå, em 12:40 AM
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Parece o Iraque, mas não é.
Sem palavras
(...porque já falaram bobagens suficientes).



Postado por þérolå, em 12:33 AM
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Gargalhadas garantidas clicando aqui!!

Postado por þérolå, em 12:28 AM
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Terça-feira, Abril 13, 2004






A gente se fala!

Postado por þérolå, em 11:20 PM
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Depois do acidente fatal, o melhor amigo não abandonou o dono...

Postado por þérolå, em 11:15 PM
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LÉLIA ABRAMO

Lélia Abramo era filha de imigrantes italianos. Estreou nos palcos apenas aos 47 anos, na peça "Eles Não Usam Black-Tie" (58), a primeira montagem de Gianfrancesco Guarnieri, contracenando com os atores Milton Gonçalves e Eugenio Kusnet.

Entre 1938 e 1950, morou na Itália e sofreu as agruras da época da Segunda Guerra Mundial, quando testemunhou dramas coletivos (bombardeios, comida racionada, suspensão da liberdade de ir-e-vir).

Atuou em peças de cunho dramático e trágico, de Aristófanes ("Lisístrata") e Shakespeare ("Ricardo 3º") a Lorca ("Yerma") e Brecht ("Mãe Coragem"), passando por Beckett ("Esperando Godot") e Ionesco ("Os Rinocerontes").

Também participou de 27 novelas (Excelsior, Tupi, Record, Globo e Manchete) e 14 filmes. Fez mais de 40 teleteatros.

Em 1978, Lélia presidiu o sindicato dos artistas em São Paulo e saiu em defesa dos direitos trabalhistas da classe, enfrentando a própria emissora na qual trabalhava, a TV Globo. No ano de 1979, quando atuava na novela "Pai Herói" de Janete Clair, teve seu personagem morto na novela em represália da Rede Globo à sua atuação como Presidente do Sindicato dos Artistas. Nesta época teve o seu primeiro infarte.

Lélia foi uma das fundadoras do PT, ao assinar a ata de reunião que deu origem ao partido, em 1980, com intelectuais como Mário Pedrosa, Sérgio Buarque de Holanda, Apolônio de Carvalho, Paulo Freire e Antonio Candido. A atriz tinha seis irmãos, entre eles o jornalista Cláudio Abramo (1923-87) e o artista plástico Lívio Abramo (1903-1992).

Morreu aos 93 anos, a atriz e escritora Lélia Abramo, em conseqüência de uma embolia pulmonar, por volta das 20h30 no dia 09 de abril passado. Ela estava internada havia uma semana na UTI do Hospital Modelo, no bairro da Liberdade, em São Paulo.

Sua última aparição pública foi no dia 31 de março passado durante um evento internacional de educação, realizado no auditório do Anhembi, onde foi homenageada por sua luta contra a ditadura militar.



Leia mais aqui.

Postado por þérolå, em 11:09 PM
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Postado por þérolå, em 11:06 PM
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Domingo, Abril 11, 2004



Desejo a você e seus familiares
uma Páscoa de renascimento da fé, do amor e da solidariedade.
E que neste renascimento, possam encontrar
o verdadeiro sentido do amor ao Ser Supremo.
Boa semana e...
A gente se fala!!

Postado por þérolå, em 3:01 PM
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Postado por þérolå, em 2:58 PM
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Postado por þérolå, em 2:57 PM
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