Hoje estou...
Meu humor atual - i*Eu







Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.





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Sábado, Abril 24, 2004



É. Tô indo daqui à pouco...
Meu vôo sai às 9h e preciso descansar.
Vou sentir uma saudade danada do Mural, mas semana que vem eu volto.
Cheguei ao cúmulo de pensar em levar algumas imagens num disquete e,
se encontrasse um cyber café, postaria alguma coisa.
Daí ví que seria muuuuuuita loucura [pra não dizer cúmulo do vício] e que teria que procurar os Blogólatras Anônimos assim que voltasse. Desisti.
Vai ser só uma semaninha! E, no início, achei que voltando por Sampa, em Guarulhos, poderia até marcar uma Coca-Cola com o Hadhes, quem sabe... mas mudou tudo, de um dia pro outro.
De repente, me programo direto de Sampa pra Teresina e de lá pra Balsas, no Maranhão e tudo foi por água abaixo. Ossos do ofício. Devo voltar com alguns "causos" pra contar, com certeza!
Essa minha profissão tem disso.
Estava tudo muito tranquilo, este ano... Agora, recomeçar!!
Template novo, até domingo que vem. Clipe com Norah Jones lindo (confira)!.
Tudo novo... tudo OVO!
Desculpe a ausência nas visitações dos blogs amigos nessa semana.
Quando voltar, coloco tudo em dia!!
Então... até à vista, boa semana... e fique com Deus!
A gente se fala!

Postado por þérolå, em 12:44 AM
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Postado por þérolå, em 12:42 AM
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Postado por þérolå, em 12:41 AM
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Postado por þérolå, em 12:39 AM
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-"Mestre, como faço para não me aborrecer?
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes,algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.
- POIS VIVA COMO AS FLORES!, advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? Perguntou o discípulo.
Repare nestas flores,continuou o mestre, apontando tulipas que cresciam no jardim.
Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas.
Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhe é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor das suas pétalas.
É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.
Os defeitos deles são deles, e não seus.
Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora.
ISSO É VIVER COMO AS FLORES!".

Postado por þérolå, em 12:38 AM
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Postado por þérolå, em 12:37 AM
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Bah! Chega de confusão...
Por Kledir Ramil

"Outro dia encontrei um mandinho, um guri desses que andam pela rua sem carpim.,de bragueta aberta, soltando pandorga. Eu vinha de bici descendo a lomba para ir na lancheria comprar bergamota..."

Se você não é gaúcho, provavelmente não entendeu nada do que eu estava contando.
No Rio Grade do Sul a gente chama tangerina de bergamota e carne moída de guisado.
Bidê, que a maioria usa no banheiro, é o nome que damos para mesinha-de cabeceira, que em alguns lugares chamam de criado-mudo. E por aí vai. A privada nós chamamos de patente. Dizem que isso começou a chegada dos primeiros vasos sanitários de louça, vindos da Inglaterra, que traziam impresso "Patent" número tal. E pegou.
Ir aos pés no RS é fazer cocô. Eu acho trielegante, poético. "Com licença, vou aos pés e já volto".
Uma amiga carioca foi passear em Porto Alegre e precisou de médico. A primeira pergunta foi: Vais aos pés normalmente, minha filha?" Ela na mesma hora levantou e começou a fazer flexão.
O Brasil tem dessas coisas, é um país maravilhoso, com português como língua oficial, mas cheio de dialetos diferentes.
No Rio é " E aí, merrrmão? CB, sangue bom!Vai rolá umach paradach".
Até eu entender que merrmão era "meu irmão" levou um tempo.
Em São Paulo eles botam um "i" a mais na frente do "n": "Orra meu! Tô por deintro, mas não tô inteindeindo". E no interiorr falam um erre todo enrolado: " A Ferrrnanda marrrrcô a porrrteira." Dá um nó na língua. A vantagem é que a pronúncia deles no inglês é ótima.
Em Mins, quer dizer, em Minas eles engolem letras e falam Belzonte, Nossenhora e qualquer objeto é chamado de trem. Lembrei-me daquela história do mineirinho na plataforma da estação.. Quando ouviu um apito falou apontando as malas: "Muié, pega os trem que o bicho tá vindo."
No Nordeste é tudo meu rei, bichinho, óxente. Pai é painho, mãe é mainha, vó é voinha. E para você conseguir falar com o acento típico da região é só cantar a primeira sílaba de qualquer palavra numa nota mais aguda que a seguinte.
Mas o lugar mais curioso de todos é Florianópolis.
Lagartixa eles chamam de crocodilhinho de parede. Helicóptero é avião de rosca ( que deve ser lido rôchca). Carne moída é boi ralado. Se você precisa pedir um pastel, precisa pedir um envelope de boi ralado. Telefone público, o popular orelhão, é conhecido como poste de prosa e a ficha de telefone, pastilha de prosa. Ovos eles chamam de semente de galinha e motel é lugar de instantinho. E a pronúncia correta de d+e é "di" mesmo e não "dji" como a gente fala. Acho que essa pronúncia vem sendo potencializada pela influência do castelhano com a invasão de argentinos no litoral catarinense sempre que chega o verão. Alguma coisa eles devem deixar, além do lixo na praia.
Em Porto Alegre, uma empresa tentou lançar um serviço de entregas em domicílio de comida chinesa, o Tele-China. Só que um dos significados de china no RS é prostituta. Claro que não deu certo. Imagina a confusão, um cara pede uma loira as duas da manhã e recebe a sugestão de frango xadrez com rolinho primavera. Banana caramelada! O que é que um cara vai querer com banana caramelada no meio da madrugada?
Tudo isso é muito engraçado mas às vezes dá problema sério. A primeira vez que minha mãe foi ao Rio, entrou numa padaria e pediu: "Me dá um cacete!!!..." Cacete para nós é pão francês. O padeiro caiu na risada e a chamou para um canto, tentando contornar a situação. Ela ingenuamente emendou: " Mas o senhor não tem pelo menos um cacetinho?"

Postado por þérolå, em 12:36 AM
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Postado por þérolå, em 12:35 AM
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Quinta-feira, Abril 22, 2004



Viagem à vista. Muito provavelmente, no sábado. De início, Sampa e Ribeirão... agora, Sampa / Ribeirão / Sampa / Teresina / Balsas/MA.
Uma semana inteira. Tô na maior correria!!
Mas... a gente se fala!

Postado por þérolå, em 9:53 PM
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PAPO DE DOIDO


Estava sentado no vaso, fazendo minhas necessidades, quando ouço:
"Oi, tudo bem???"

Não gosto muito de conversa neste momento...muito menos sem saber quem se encontra do outro lado, mas para não ser indelicado... respondi:
"Estou ótimo!"

E o outro perguntou:
"O que é que esta fazendo?"

Mas que pergunta mais sem lógica. Achei até um pouco bizarro, mas respondi:
"Acho que o mesmo que você..."

Agora que estava chegando ao ponto alto da situação...ouço:
"Posso ir aí?"

OK, esta já foi demais, mas não querendo ser mal educado, respondi:
"Não....Neste momento estou muito ocupado....!"

Então ele respondeu:
"Olha ...eu ligo mais tarde, porque tem um idiota sentado aqui ao lado, e cada vez que eu falo, ele responde...".


Postado por þérolå, em 9:40 PM
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Postado por þérolå, em 9:39 PM
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Não tenho estatísticas em mãos e nem sei se existe alguma coisa a respeito das mulheres na faixa dos 40 aos 50, sobre seu estado civil. Mas, se eu for pensar em minhas amigas que estão por aí, posso afirmar que a grande maioria está separada. E com filhos. E achando que nunca mais vão conseguir outro homem. E se acham horrorosas.

Como eu sou de uma faixa um pouquinho acima, vou meter meu bedelho (que palavrinha mais feia) entre as quarentonas (para começar, elas odeiam a palavra quarentona, saudosas dos trintinha. E temem o inevitável: cinquentona. Sexagenária elas não ousam nem pensar. Lembra aquelas tias que elas achavam carcomidas pelo tempo e pela memória).

Eu dizia que elas se acham acabadas. Por que elas não se consideram achadas?

As mulheres de 40 têm várias vantagens. A primeira é que já tiveram os filhos que tinham de ter e a gente não precisa se preocupar com a possibilidade de elas quererem mais um (aliás, conheço uma quarentinha - olha que simpático - que já é avó), justamente com a gente, que não está mais a fim de trocar fralda, ir à reunião de pais e filhos e vigiar a maconha na adolescência. Esta parte elas já resolveram.

Outra vantagem é que elas sabem que Cinema Novo não é aquele cineminha que inauguraram outro dia no shopping.

Cantam as músicas dos Beatles com a gente e, também, não sabem muito bem quem são Oasis. Lembram até da copa de 1970, no México, e algumas chegaram a ver o Pelé jogar. Sabem até a medida da Marta Rocha.

Sexualmente sabem tudo. E como. Tiveram mais homens que possa imaginar nossa filosofia. Aquele negócio de ter orgasmo assim ou assado (assado é péssimo) elas já resolveram há mais de uma década. E já viveram o suficiente para se dar ao luxo de filosofar sobre a vida, sem aquelas bobagens que as meninas de 20 pensam e dizem e, às vezes, até escrevem em diário.

Conseguem aprender a mexer no computador com muito mais eficiência que as mulheres de 60 (com todo respeito, minha senhora). E não perdem parte do dia atrás da alma gêmea na internet, como fazem a turma de 20 e a de mais de 50. Neste momento, por exemplo, o computador acaba de avisar que chegou uma mensagem nova. Fui olhar e era mais uma daquelas perguntando se quero aumentar o tamanho de meu pênis. Tem até a foto de um aparelho que infla . Você já pensou, na hora de fazer sexo, você abrir o guarda-roupa, tirar aquela geringonça (a máquina, não a sua) e dizer: um momentinho que você vai ver o que é bom pra tosse? Não.

As mulheres de 40 há muito tempo deixaram de se preocupar com o tamanho da geringonça. A mulher de 40 vai direto ao assunto. Elas já perceberam que podem comer, não apenas dar. As mulheres de 40 comem como gente grande, comem como homem. E a gente dá, com prazer. A mulher de 40 já tomou aqueles porres memoráveis de quando tinha trintinha. Ela sabe beber.

Ah, a mulher de 40 no verão chega a seu esplendor debaixo do sol. Sabe a medida certa de sua cor e de seu suor. Sai da água como se saísse de um aquário, como se desfilasse em cima da água. Não acampa mais, nem fica em pousada sem internet. A mulher de 40 sabe onde quer ficar. Gosta de um confortinho. Ela se pinta pouco, ao contrário das de 20 e das de 50 e 60. No máximo um batom básico. Não se enche de perfumes e pode pintar o cabelo até de vermelho que lhe cai bem. Não fica ridícula como as de 20 ou as de 50.

Enfim, a mulher de 40 sabe tudo e não está nem aí. Por que então você sofre, mulher? O mundo não está perdido, está achado. Você é o melhor papo da praça. Você é o que há.

Mário Prata - Revista Época 19 de Janeiro, 2004

Postado por þérolå, em 9:38 PM
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Estes fazem parte da minha leitura quase diária...










Postado por þérolå, em 9:33 PM
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Quarta-feira, Abril 21, 2004





Hoje estamos em festa. É feriado... e aniversário de Brasília!
Programações mil... depois a gente se fala!

Postado por þérolå, em 11:54 AM
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Postado por þérolå, em 11:53 AM
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" Brasília é a manifestação inequívoca de fé na capacidade realizadora dos brasileiros, triunfo de espírito pioneiro, prova de confiança na grandeza deste país, ruptura completa com a rotina e o compromisso." - JK


"Pés no chão, olhos nas estrelas. Deus pegou um século e pôs a maior parte dele no colo do Nonô de Diamantina." - David Nasser


"Meu Deus, mais que cidade linda..." - Renato Russo


"Um telefone é muito pouco pra quem ama como louco e mora no Plano Piloto..." - Tom Zé


"Meus amigos e companheiros de luta, soldados da epopéia da construção de Brasília, recebo, emocionado, a chave simbólica da cidade filha do nosso esforço, da nossa crença, de nosso amor a este país. Sou apenas o guardião desta chave. Ela é tão minha quanto vossa, quanto de todos os brasileiros... Chegamos hoje, realmente, ao ponto alto da nossa obra." - JK


" Estou com uma sensação de que Brasília não é mais minha. Não é como uma filha que se casa. É diferente. É pior." JK

Postado por þérolå, em 11:51 AM
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Canteiro de estrela no Palácio da Alvorada, by Marisa Letícia


Manifestações da Polícia Federal na Esplanada


Manifestações de sem terra na Esplanada


Ateou fogo no corpo em frente à Esplanada


Protesto na Esplanada



Postado por þérolå, em 11:39 AM
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Postado por þérolå, em 11:33 AM
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Postado por þérolå, em 11:30 AM
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Postado por þérolå, em 11:29 AM
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Segunda-feira, Abril 19, 2004



Começar a semana com alegria! Essa é a dica do Mural. Hoje, na comemoração do Dia do Índio, alguns posts de nossos "peles vermelhas". Poderia até abrir uma polêmica, aqui... mas, vou deixar passar. Flamengo campeão... filhote feliz... feriadão na quarta... tá tudo bem.
A gente se fala!

Postado por þérolå, em 8:42 PM
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DECLARAÇÃO DOS VI JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS

Daqui a pouco, nós os Povos Indígenas vamos voltar para nossas casas, para nossas aldeias, mas aqui nesse lugar chamado Palmas, na Praia da Graciosa, deixamos uma semente que representa a nossa paz, a nossa coragem e o nosso grande amor pela Terra.
Há muitos anos quando o primeiro homem branco chegou nas nossas terras, falou que nós precisávamos conhecer uma nova civilização, e agora que conhecemos, estamos vendo um mundo que está sendo destruído pelo próprio homem colonizador, suas máquinas, seu lixo e sua ambição.
E quando falamos da paz, falamos da paz entre povos irmãos, povos que falam línguas diferentes e têm costumes diferentes que nasceram da terra e um dia vão alimentar com seus corpos a mesma terra. Nunca buscamos a paz como as grandes potências do homem branco, que faz isso através da força de suas armas de guerra ou pelo poder econômico que empobrece e mata...
A nossa coragem e a nossa força não está nas armas de guerra, mas no espírito da terra, do meio ambiente e do Grande Criador. Por isso, agora olhamos o brilho do sol que traz a noite, que vai se escondendo para mostrar um outro brilho: o brilho das estrelas e a força da lua...
Por tudo isso, nossas mulheres e os velhos anciãos nunca deixaram de ensinar nossas crianças sobre o valor de uma planta, de uma brisa, de um pássaro, de um peixe, das águas e principalmente, da terra e da vida. Aqui, durante o VI Jogos dos Povos Indígenas chegamos com nossas mulheres, velhos e crianças para conhecer outros povos indígenas, mas também para demonstrar um pedaço do nosso grande universo de culturas e de espiritualidade. Aqui na beira do Rio Tocantins. Ficamos alegres por conhecer o povo que mora aqui, as autoridades, os jornalistas, os homens, as mulheres e as crianças. Ficamos muito contentes porque muitos homens brancos e suas famílias cantaram, choraram e dançaram com a nossa música e com os nossos cantos. Ficamos alegres com a participação de todos, inclusive dos irmãos indígenas do Canadá e da Guiana Francesa que falam outras línguas, mas que compreendem toda nossa forma de vida. Vimos em cada um a nossa própria caminhada pela sobrevivência...
Nossos ancestrais fizeram parte do passado, mas queremos como Povos Indígenas, assegurar nosso direito de fazer parte do futuro... junto com o homem branco, junto com o homem negro e todos vocês que agora fazem parte dos 200 milhões de brasileiros, onde a igualdade seja irmã da diferença... Temos orgulho do Brasil porque somos raízes desse grande País.
Todos esses valores e todas essas histórias que estamos demonstrando aqui pertencem aos nossos Povos, mas eles só vão existir se o Governo Brasileiro demarcar nossas terras e nossos territórios, por isso, afirmamos nossa disposição de lutar pela terra, pois sem isso nós não vamos existir, nem o meio ambiente e nem a humanidade...
O Governo do Brasil tem uma grande dívida com nossa comunidade e nossos povos e a única coisa que pedimos ao novo Governo, é o reconhecimento de nossos direitos a vida e a vida com dignidade e respeito: um Ministério de Assuntos Indígenas dirigido por um indígena e uma Política Indigenista Oficial, onde o ponto principal seja o resgate e o fortalecimento de nossas identidades culturais, nosso direito ao crescimento econômico e principalmente a demarcação das nossas terras...
Quando chegarmos nas nossas aldeias vamos sentir saudades desse ar, da água da comida e das pessoas daqui de Palmas no Tocantins, mas nossos corações vão cantar uma canção pela paz na terra, pelo amor à terra e por um futuro onde nossos filhos e os filhos do homem branco possam caminhar com a segurança de povos irmãos, diferentes, mas com direitos iguais.
Nós acreditamos nisso...
Obrigado a todos vocês...

Cidade de Palmas, Praia da Graciosa, Tocantins, 08 de Novembro de 2003.
(A carta foi lida ao pôr do sol por uma jovem guerreira do Povo Pareci/MT)
Fonte.


Postado por þérolå, em 8:36 PM
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Postado por þérolå, em 8:30 PM
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(...)Então, faço a vocês, como brasileiros, as seguintes perguntas: qual o pedaço de índio que há em você? O que você está fazendo pelas terras brasileiras? Qual o compromisso que você tem assumido para legar aos seus filhos? Qual o compromisso que você tem com seus filhos, com seus netos, com o futuro das novas gerações? Porque nós, os índios, nos preocupamos com isso. Daqui a cinqüenta anos não vou estar mais aqui, mas o meu corpo vai adubar esta terra.

Cinco milhões de índios adubaram esta terra para gerar 160 milhões de brasileiros. Negros, árabes, japoneses, mas os índios serviram só para adubar? Queremos, daqui para frente, restabelecer uma aliança com a sociedade brasileira, em que o ponto principal não seja a pena de vocês pelos índios nem a nossa raiva do branco, mas uma relação de respeito mútuo: nós vamos respeitar vocês pela forma de vida que vocês têm, mas queremos também ser respeitados como somos.(...)

Índio Marcos Terena - Fonte.

Postado por þérolå, em 8:24 PM
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Postado por þérolå, em 8:21 PM
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Postado por þérolå, em 8:20 PM
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Postado por þérolå, em 8:18 PM
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Domingo, Abril 18, 2004




Não, eu não sou flamenguista. Mas o filhote é. E como é!!
Vamos ver como será a emoção de hoje à tarde. Se o Flamengo começar perdendo (mesmo com a vantagem), sei que ele se levanta e vai ver outra coisa.
Mas estará triste. Acabo torcendo pela alegria dele...
Agora, vamos à vida que o sol lá fora está lindo,
por incrível que possa parecer, e a vida é bela.
Pra variar, um churrasco, com muita vódega e tônica.
E eu sei que amanhã é segundona e vou de leve.
Um bom domingo pra você e uma semana de paz e alegrias!
A gente se fala!

Postado por þérolå, em 12:59 PM
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Postado por þérolå, em 12:55 PM
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Postado por þérolå, em 12:51 PM
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Postado por þérolå, em 12:50 PM
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Postado por þérolå, em 12:48 PM
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Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há decadas. Assim,para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.

Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado. Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.

Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?

Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram uma namorada maravilhosa, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples.

L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. "O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador". Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz.Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "bem vivo". Os peixes são desafiados. Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Mas sacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença.
"Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar"
[A.D.]

Postado por þérolå, em 12:46 PM
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