Hoje estou...
Meu humor atual - i*Eu







Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.





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Sábado, Junho 26, 2004





Fim de semana booommm!!!
Ontem vódegas, hoje mais vódegas. Amanhã? Talvez mais vódegas!!
E no meio de tantas vódegas, pergunto: o que disparou meu contador???
Tudo isso em função da Darlene de Brasília? Da Fabíola do Ministério???
Viche. Vocês não conhecem Brasília.
Nem o Brasil!!
A gente se fala!

Postado por þérolå, em 11:31 PM
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Postado por þérolå, em 11:25 PM
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Um pouco de Sol

Até onde pode chegar a nobreza humana?

Uma das raras coisas boas que a TV proporcionou ao grande público foi a aproximação com a música clássica. Isso no final dos anos 80, começo de 90, quando popularizou especialmente os cantores que ficaram conhecidos como "Os Três Tenores", que, como se verá, quase não existiram, ou seja: Luciano Pavarotti, Plácido Domingo e José Carreras.
Com sua arte abrilhantaram diversos eventos, até mesmo Copas do Mundo de futebol!
Os três são brilhantes (o italiano Pavarotti nem tanto, e, ao que sei, já se aposentou), mas vou tratar apenas dos espanhóis: o Madrileño Plácido Domingo (tecnicamente o mais completo, já que além de maestro, toca vários instrumentos) e o Catalão, nascido em Barcelona, José Carreras (o preferido por meus ouvidos leigos). Mesmo os que nunca visitaram a Espanha conhecem a rivalidade existente entre os Catalães e os Madrileños, sendo que os primeiros lutam até por uma independência, pretendendo uma nacionalidade própria que não a espanhola. Mesmo no futebol os maiores rivais são Real Madrid e Barcelona, que exibe em seu belíssimo Estádio, o Camp Nou o sugestivo dístico "Todas as cidades tem um time. O Barcelona é o único Time que tem uma cidade!". Carreras e Plácido não fugiram à regra, em 1984, por questões políticas que não vêm ao caso, tornaram-se inimigos.
Sempre muito requisitados em todas as partes do mundo, ambos faziam constar em seus contratos que só se apresentariam em determinado show se o desafeto não fosse convidado!
Em 1987, Carreras ganhou um inimigo muito mais implacável que Plácido Domingo, foi surpreendido com um diagnóstico terrível: leucemia! Sua luta contra o câncer foi sofrida e persistente. Submeteu-se a vários tratamentos, como autotransplante de medula óssea, além de troca de sangue, que o obrigava a viajar uma vez por mês aos Estados Unidos. Claro que nessas condições não podia trabalhar e, apesar de dono de uma razoável fortuna, os altos custos das viagens e do tratamento rapidamente minguaram suas finanças. Quando não tinha mais condições financeiras, tomou conhecimento de uma Fundação existente em Madrid com a finalidade única de apoiar o tratamento de leucêmicos!
Graças ao apoio da Fundación Hermosa venceu a doença e voltou a cantar!
Claro que recebendo novamente os altos cachês a que faz jus tratou de associar-se à Fundação e, lendo seus estatutos, descobriu que o fundador, maior colaborador e presidente da Fundação, era o desafeto Plácido Domingo! Descobriu ainda que o mesmo criara a entidade em princípio para atendê-lo e se mantivera no anonimato para não constrangê-lo a "ter que aceitar auxílio de um inimigo".
O momento mais lindo e comovente entre os dois foi o encontro, imprevisto por parte de Plácido, em uma de suas apresentações em Madrid, onde Carreras interrompe o evento e, humildemente, ajoelhando-se aos seus pés, pede desculpas e agradece-o em público.
Plácido levanta-o, e com um forte abraço, os dois selam, naquele instante, o início de uma grande amizade!
Certa vez, em Madrid, li uma entrevista de Plácido Domingo onde a repórter o indagava por que criara a Fundación Hermosa num momento que, além de beneficiar um "inimigo" ainda reviveu o único artista que poderia fazer-lhe alguma concorrência.
Sua resposta foi curta e definitiva: "Por que uma voz como essa não se pode perder..."

Para evitar acusações de plágio, esclareço que essa história foi publicada em diversos jornais e revistas de todo o mundo, inclusive a excelente Maria Teresa Casadei, por minha sugestão (cita isso no texto), a publicou em outro jornal eletrônico campo-grandense, nos idos de 2000.Entretanto acho que é uma história que não deve cair no esquecimento e, tanto quanto possível, servir de inspiração e exemplo do que é capaz a nobreza humana!

Postado por þérolå, em 11:23 PM
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PARTE I








Postado por þérolå, em 11:14 PM
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Postado por þérolå, em 11:11 PM
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Postado por þérolå, em 11:10 PM
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PARTE I








Postado por þérolå, em 11:09 PM
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Postado por þérolå, em 11:06 PM
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Quinta-feira, Junho 24, 2004





Depois de uma reunião em petit comitée e algumas vódegas, acho que estou me saindo até bem!! eheheheheh
A gente se fala!

Postado por þérolå, em 1:35 AM
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Postado por þérolå, em 1:32 AM
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Hoje foi seu aniversário.
Agradeço a Deus cada dia que você está comigo, do meu lado.
Além de desfrutar do seu amor, me sinto muito abençoada.
Te amo, mommy, muito!
FELIZ ANIVERSÁRIO!

Postado por þérolå, em 1:30 AM
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Na sexta-feira passada, dia 7, a lanchonete Mac Donald de Búzios arrumou uma grande encrenca com uma cliente, que não gostou do novo lançamento da casa: o Mac Bomba. Clarisse Terzi entrou com fome e saiu da lanchonete direto para o hospital. "Pedi um Crispy Chicken, um sanduíche de frango empanado com salada, e para minha surpresa veio um MacBomba. Logo que mordi o sanduíche, ele explodiu em minha boca e um líquido quente queimou o meu rosto, pensei que fosse gordura quente e fiquei desesperada".

O Gerente da casa foi ao encontro da cliente, ver o que estava acontecendo, e ao perceber que ela estava com uma enorme queimadura, foi até o interior da loja e voltou com uma pomada, que segundo ele era exatamente para casos como esse. "O gerente me afirmou que era quase impossível tratar-se de gordura quente, pois eles têm um sistema que seca o excesso de gordura, e o que provavelmente havia me atingido, teria sido água quente, pois o frango empanado fica congelado, e talvez tenha acumulado água e uma vez frito, a casca que empana a carne, criou uma espécie de invólucro que quando foi rompido com a mordida queimou o meu rosto".

Ao dar a primeira mordida no seu Crispy Chiken, Clarissa recebeu um jato de água fervendo que lhe provocou queimadura na face. Ela quer interditar a venda do sanduíche até que se dê uma solução para evitar esses acidentes.

Além da dor e da indignação, Clarisse ainda teve que escutar um tremendo despautério do citado gerente. "Perguntei o que aconteceria se acaso o acidente tivesse ocorrido com uma criança, e o sujeito respondeu, como quem não quer se aprofundar na discussão, que as crianças não gostam muito daquele sabor, que quase não pedem esse tipo de sanduíche. Quando solicitei que retirasse o mesmo do cardápio até que se encontre uma maneira de evitar o acidente ele deu de ombros. Fiquei preocupada com o tipo de atenção que a casa dá a um acidente tão grave".

A cliente conta que tinha o casamento de um primo para ir no outro dia, e se não fosse a atenção que teve da doutora Roberta Ida, do PU de Manguinhos, não teria ânimo para comparecer. "Ela não só cuidou do meu machucado como também me deu todas as dicas de maquiagem, foi o que me aliviou um pouco, pois estava muito arrasada e sai de lá um pouco mais confortável". Clarisse não ficou só na indignação, na reclamação e no curativo. Como uma cidadã que conhece muito bem seus direitos, registrou a ocorrência na delegacia da Rasa e fez exame de corpo de delito no IML de Cabo Frio, e agora vai buscar seus diretos na justiça.

Postado por þérolå, em 1:26 AM
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Poses sensuais na Esplanada

Rodrigo Rangel

Fonte Jornal O Globo Rio, 22 de junho de 2004
Coluna " O País " pag. 11

BRASÍLIA. Circula na internet um e-mail com fotos de uma mulher seminua, em poses eróticas como num ensaio sensual. Seria apenas mais uma cena comum na rede não fossem três detalhes: a imagem que aparece ao fundo é da Esplanada dos Ministérios, a sala é um dos gabinetes do Ministério da Agricultura e a modelo, uma funcionária da pasta.

Distribuídas pela rede, as fotos tiveram efeito de bomba no ministério. Na quarta-feira passada, o ministro Roberto Rodrigues mandou abrir uma sindicância para investigar de quem é a responsabilidade pelo ensaio. A sala 940-A, em que foram feitas as fotos, fica no 9 andar, em cima do gabinete do ministro. Lá trabalham dois assessores diretos do segundo homem-forte do ministério, o secretário-executivo José Amauri Dimarzio.

São quatro fotos. Numa delas, a funcionária aparece sobre a mesa de trabalho. A mensagem eletrônica com as imagens em anexo foi parar até no gabinete do ministro. Quem aparece nos cliques é Fabíola Rodrigues Santos da Silva, de 18 anos, que até a semana passada trabalhava na seção de protocolo, contratada por uma empresa que presta serviços administrativos ao ministério. Na quinta-feira, ela foi afastada e, ontem, decidiu pedir demissão.

Até ontem, não havia previsão de quando a investigação será concluída. Funcionários que trabalham no 9 andar deverão ser chamados para prestar depoimento.

Fabíola entrou no ministério em novembro de 2003 como estagiária. Trabalhou na seção de controle de pragas até meados de 2003, quando foi transferida para o protocolo. Em janeiro, foi contratada como auxiliar pela empreiteira Federal Service, mas não mudou de função. Recebia R$ 480.

Os chefes da aspirante a modelo se mostraram surpresos com a imagem. À exceção da dona da empreiteira, Maria Aparecida Moreschi, que já via em Fabíola um desejo reprimido de virar celebridade:

- Ela é uma espécie de Darlene. Sonha em ser famosa ¿ brinca Maria Aparecida, referindo-se à personagem da novela de Gilberto Braga.

O chefe de Fabíola no protocolo, Francisco Cavalcante, disse que, em serviço, não via nada demais:

- Ela tinha comportamento normal aqui. Quanto à vida particular dela, isso não me interessa.

Fabíola disse ao GLOBO que posou porque gosta de ser fotografada. As imagens foram feitas em dias diferentes. Ela diz que não houve participação de outro servidor do ministério no ensaio.

- A sala é de um colega. Pedi para fazer um trabalho no computador porque na minha seção não tinha internet. Ele liberou, mas não ficou. Passou um fotógrafo amigo meu e pedi para ele me fotografar.

Moradora da cidade-satélite de Taguatinga, Fabíola não nega os planos de ser famosa, mas garante que não divulgou as fotos. Afirma que invadiram seu computador, entraram nos arquivos e distribuíram as imagens.

- Gosto de posar e corro atrás disso. Para mim, não tinha nenhum problema fazer dentro de um órgão público. Não imaginava que fosse vazar.

Postado por þérolå, em 1:21 AM
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Postado por þérolå, em 1:18 AM
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Segunda-feira, Junho 21, 2004





Boa semana pra você!
A gente se fala!

Postado por þérolå, em 11:04 PM
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Postado por þérolå, em 11:03 PM
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Depois ainda me perguntam por que eu não sinto frio aqui em Brasília.
E acham esquisito quando eu debocho do sereno que eles vêem nos carros, à noite...
Essa daí é minha terra.
Isso mesmo... sou carioca do brejo, sim senhor!

Postado por þérolå, em 11:01 PM
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Postado por þérolå, em 10:58 PM
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Postado por þérolå, em 10:57 PM
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Elenco: Eric Bana (Heitor); Orlando Bloom (Páris); Brad Pitt (Aquiles); Diane Kruger (Helena); Rose Byrne (Briseide); Peter O`Toole (Príamo, rei de Tróia); Sean Bean (Odisseu); Brian Cox (Agamenon); Brendan Gleeson (Menelau, rei de Esparta); Julie Christie (Tétis); Saffron Burrows (Andrômaca); Tyler Mane (Ajax)


Equipe Técnica: Wolfgang Petersen (Diretor, Produtor); David Benioff (Roteirista); Gail Katz, Diana Rathbun, Colin Wilson (Produtores); Winston Azzopardi (Co-Produtor); James Horner (Compositor) - baseado no poema `Ilíada`, de Homero.


Sinopse: Páris, príncipe de Tróia, sequestra sua amada Helena do reino de Esparta e faz a Grécia declarar guerra.

Comentário: Posso estar sendo bastante besta, infantil ou tarada mesmo, mas depois de assistir ao filme Troia eu só posso perguntar:
QUE HEITOR ERA AQUELE, GENTE??????. Esse tal de Eric Bana é tudibom e mais muita coisa! Que Brad Pitt que nada!!!
Pesquisando, descobri a filmografia do moço:
2004 - Troy
2003 - Procurando Nemo (Finding Nemo) (voz)
2003 - Hulk (Hulk, The)
2002 - Nugget, The
2001 - Falcão Negro em perigo (Black Hawk down)
2000 - Chopper (Chopper)
1997 - Castle, The
Nome Verdadeiro: Eric Banadinovich.

Depois de ver aquilo tudo na tela, até fiquei de ver o filme novamente, pra poder prestar à atenção no enredo, roteiro, cenário e tudo o mais.
Brincadeiras à parte e falando sério, não aguentei muito as caras de bocas do menino bonito do Brad, mas o filme é bom.
Consegui uma fita piratíssima à DERREAL aqui em BSB e, no sábado, debaixo das cobertas e comendo pipoca com guaraná, assistimos.
Muito bom mesmo. Mas eu preciso comentar da piratíssima que arrumei.
Tá na cara que alguém gravou num cinema e depois fez a legendagem na bichinha! Devem ter gravado na estréia, nos Estados Unidos, com certeza. Porque tem horas que a gente vê uma coisa tipo gola de paletó escondendo a câmera e, no fim do filme, além dos aplausos da platéia (isso é BEM coisa de americano), as pessoas começam a passar em frente à dita câmera filmadora.
É até hilário. Mas não compromete a imagem e o som.
O filhote gostou. Eu gostei. Todo mundo gostou.
Mas juro que, depois dele, peguei meu BEN HUR na prateleira e mostrei pro filhote o QUE é filme épico. Biga por biga, ele gostou mais do Ben Hur. E dos remadores também.
Mesmo assim, valeu meus deizim.

Postado por þérolå, em 10:53 PM
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