Hoje estou...
Meu humor atual - i*Eu







Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.





on-line, no momento.

Tempo em Brasília
The WeatherPixie








Últimas Notícias
Últimas Notícias - Estadão













O Ponto de Encontro dos Blogueiros do Brasil





Divulgue o seu blog!







Site search Web search

powered by FreeFind


Letras de Música




by letras.mus.br












Powered by Blogger
Template desenvolvido por Blog Templates


Quarta-feira, Outubro 20, 2004





Voltei, meu povo!!
Dizer que foi bom seria modéstia para com o período!
Foi muuuuuuuuuito bom!!
Agora, vamos ralar de novo!!
Alguns poucos perola_pixels pra postar, mas tenho que selecionar a seleção...(entendeu??).
Férias que não descansei, mas aliviei a carga e a cabeça, com toda a certeza.
Preciso passear pelos blogs amigos e
entender algumas coisitchas que andaram rolando na minha ausência.
Portanto...a gente se fala, ok??

Postado por þérolå, em 11:37 PM
Comente aqui:


Um dia Meher Baba perguntou aos seus discípulos o seguinte:
- "Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"
Os discípulos pensaram por alguns momentos:
- "Porque perdemos a calma," - disse um deles, "por isso gritamos."
- "Mas, porque gritar quando a outra pessoa está ao teu lado?", perguntou Baba. "Não é possível falar-lhe em voz baixa? Por que gritas a uma pessoa quando estás aborrecido?"
Os discípulos deram algumas respostas, mas nenhuma delas satisfazia ao Baba.
Finalmente ele explicou:
- "Quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir essa distância precisam gritar para poder escutar-se.
Quanto mais aborrecidas estejam, mais forte terão que gritar para se escutarem um ao outro através dessa grande distância."
Em seguida Baba disse: - "O que sucede quando duas pessoas se enamoram? Elas não se gritam, mas se falam suavemente. Por que? Seus corações estão muito perto. A distância entre eles é pequena."
Baba continuou:
- "Quando se enamoram acontece mais alguma coisa? Não falam, somente sussurram e ficam mais perto ainda de seu amor. Finalmente não necessitam sequer sussurrar, somente se olham e isto é tudo. Assim é quando duas pessoas que se amam estão próximas."
Então Baba concluiu:
- "Quando discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta."


Postado por þérolå, em 11:32 PM
Comente aqui:



Postado por þérolå, em 11:31 PM
Comente aqui:


Menina crescia escutando que não adiantava mentir porque Mãe sempre sabia. Mãe dizia que lia na testa da Menina, e que só Mãe sabia ler testa. Menina tentava tapar a testa com a mão na hora de mentir. Mãe achava graça. Muita graça. E continuava lendo assim mesmo.Menina precisava entender como essa coisa misteriosa acontecia. No espelho do banheiro, mentia muito em silêncio. E na testa, nada escrito! ..
Aí, Menina descobriu que Mãe também mentia. E que então não era testa era o olho, com um brilho diferente - que entregava a mentira. Menina então tentava fechar o olho com força, para esconder a mentira. Mas nem isso resolvia, pois Mãe sempre adivinhava.
Menina tinha era que aprender a fingir de olho aberto, que mentira era verdade. Menina tentou, tentou... e aprendeu. Era essa a solução. Mas de noite Menina ficava apertada por dentro. Assim meio sufocada, não podia nem piscar.
Com o olho muito aberto, não conseguia dormir. Faltava ar pra Menina. Igual quando a gente fica quase sem respirar rindo de uma cosquinha. Só que não tinha graça.
Menina - sem querer - tinha descoberto a Consciência, uma coisa que toma conta da gente mesmo quando Mãe não está lendo testa, nem adivinhando olho.
Menina tinha aprendido que ter que fingir doía. E que desse jeito ia ficar muito sem graça ser gente grande.
Menina desistiu de crescer. Mas não adiantava. Menina via que agora já estava quase da altura do móvel da sala da vovó.
E ficava muito triste, o aperto apertando mais. E de tanto que o aperto apertava, Menina achou que fingir só podia doer tanto porque era dor sozinha
Menina teve uma idéia. E ainda não sabia se era idéia brilhante. Mas sabia - isso sim - que precisava testar, pra conseguir descobir.
A idéia da Menina foi dizer para Mãe que era difícil fingir. Menina achava ruim aprender montes de coisas sem dividir com ninguém.
Menina falou pra Mãe que era muito complicado e que não era nada bom ter que crescer sozinha. Mãe abraçou muito apertado a Menina. E no colo tão esperado Menina estava sendo mãe da Mãe.
Menina sentiu que Mãe estava chorando. E que Mãe ainda não tinha aprendido tudo. Mãe não falava nada. Mas uma e outra sabiam naquele abraço apertado que em Mãe também doía ser gente grande sozinha.
Nessa hora Menina entendeu tudinho.
Descobriu que só carinho é que espanta a solidão.
E que a dor, se dividida, fica dor menos doída.
E que aí, dá até vontade de continuar a crescer pra descobrir o resto das coisas.

Ziraldo


Postado por þérolå, em 11:29 PM
Comente aqui:











Postado por þérolå, em 11:27 PM
Comente aqui:



Postado por þérolå, em 11:25 PM
Comente aqui: