Hoje estou...
Meu humor atual - i*Eu







Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.





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Sábado, Novembro 13, 2004





Mais um fim de semana especial, de feriado!
Coisa boa!!!
Hoje, depois de várias reposições de açúcar na corrente sanguínea,
por conta das vódegas do happy hour de ontem,
umas comprinhas pra elevar o ego (principalmente
depois de renovar a matrícula do filhote, na escola. Foi ótima terapia!).
Roupitchas e sapatitos devidamente guardados,
curti uma belíssima chuva vespertina.
Churrasco amanhã? Claro. Moro em Brasília, ora bolas!
Hoje? DVD e pipoca, com o filhote.
Então... a gente se fala!

Postado por þérolå, em 10:11 PM
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Postado por þérolå, em 10:08 PM
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Postado por þérolå, em 10:04 PM
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DEBORAH COLKER


Como diz Chico Buarque, na música Ciranda da Bailarina, 'pensando bem, todo mundo tem defeito, só a bailarina que não tem'. Quando aqueles dançarinos da Companhia de Dança Deborah Colker aparecem no palco fazendo loucuras - seja numa parede de escalada, roda gigante ou uma casa estilizada - a primeira coisa em que se pensa é: eles são perfeitos. Desafiam a gravidade com leveza e transformam a coreografia numa idéia que mistura estética e pensamento. Essa companhia criada há 11 anos e a única instituição artística brasileira a ganhar o Laurence Olivier Awards, espécie de Oscar inglês da dança, em 2001, com o espetáculo Mix. A constatação? Se eles têm defeitos, consertam praticamente na hora, com muita disciplina e profissionalismo

A bailarina, coreógrafa e diretora carioca Deborah Colker tem dois filhos, Clara e Miguel, de 20 e 17 anos. E, aos 43 anos, ela está gestando mais um, que nasce em novembro: a sede da Companhia de Dança Deborah Colker, que será inaugurada mês que vem, em uma rua tranqüila da Glória, na zona Sul do Rio, no casarão construído em 1890 e que pertenceu ao pintor Victor Meirelles. 'A idéia é ser uma escola não só para profissionais, mas para todos que gostem de dança. Vai ter aula de balé, figurino, música, cenário e também de dramaturgia, filosofia, anatomia e biodinâmica', empolga-se Deborah, que voltará a ministrar diariamente as famosas aulas de dança contemporânea para amadores, que fizeram fama no Rio na década de 90. 'Era uma aula muito bacana, em que participavam cantores e atores, como Fernanda Abreu, Paula Toller, Marcos Winter e Chico Diaz', relembra a coreógrafa, ultimamente dedicada apenas aos profissionais.

XODÓ. O espaço é a menina dos olhos de Deborah Coker. Nos 1.200 m2 do local, estão sendo construídos três salas de aula, uma biblioteca, diversos banheiros e vestiários, e um café. Sem contar a parte da sede da companhia, que inclui um pequeno teatro, um enorme espaço para ensaio, jardim interno e outros detalhes que fazem a diferença. 'Não existe lugar nenhum assim no Brasil', orgulha-se Deborah, que, com o empresário e produtor João Elias, comprou dois terrenos para juntar em um só. 'Embora a escola seja grande, quero dar um atendimento personalizado. Sempre haverá um fisioterapeuta para olhar as crianças, por exemplo. E quero também fazer intercâmbio entre grupos de dança do Rio e de outras capitais', explica a coreógrafa, verdadeiro vulcão de idéias, exatamente como se chamou o primeiro espetáculo de sua companhia.

INÍCIO. A história desse grupo começa em 1993, quando a dançarina Deborah Colker começou a juntar pessoas para fazer a companhia, que estreou no ano seguinte, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, ao lado do grupo norte-americano Momix. De lá para cá, apresentaram praticamente um espetáculo novo por ano: Vulcão, em 94; Velox, em 95 (aquele que ficou famoso pela parede de escalada e é encenado até hoje); Mix, que une Vulcão e Velox, em 95; Rota, em 97 (que mostra os bailarinos numa roda gigante); Casa, em 99; e 4 por 4, em 2002. O próximo espetáculo vai se chamar Nó e estréia em 2005.

ROTINA. Deborah Colker não pensa em parar de dançar. 'Nunca tenho essa vontade, mas já no próximo espetáculo (que estréia em abril) minha participação será pequena', admite ela, 1,61m de altura e 49kg. Na alimentação, ela se permite comer de tudo. 'Tomo café com leite o dia inteiro. Tenho esse vício. Tomo o cuidado de comer carboidrato, proteína e verdes para a digestão. Mas adoro chocolate e maionese, taras que não consigo largar', confessa ela, que está com os exames de colesterol perfeitos. 'Bailarino tem que comer carne. Vegetariano aqui não existe.'

Os 16 bailarinos ensaiam sete horas e meia por dia. Às 10h30, fazem a primeira aula, de dança contemporânea, a maioria das vezes ministrada pela própria Deborah. Depois, fazem balé clássico, 'imprescindível', segundo a diretora. Logo após o almoço, que dura somente meia hora, ensaiam os espetáculos da companhia - eles estão sempre com pelo menos dois em cartaz - até as 18h. Deborah é rígida com horários e até mesmo com o peso dos pupilos. 'Todo mundo fala que sou mão de ferro. Tenho essa fama. Mas acho que sou mãezona. Me envolvo pessoalmente com todos', conta.

TURNÊ. A companhia faz uma média de cem espetáculos por ano - número alto para o Brasil. Já foi vista por cerca de 900 mil pessoas e acabou de fazer uma turnê pelo Brasil, passando por Salvador, Recife, João Pessoa, Belo Horizonte, Brasília, Florianópolis e Porto Alegre. A trupe tem cerca de 40 integrantes, todos com carteira assinada, 13° salário, férias, plano de saúde, além da participação na bilheteria. 'Não sei exatamente quanto eles ganham, mas é um salário superbacana', diz Deborah, que tem patrocínio da Petrobras Distribuidora S.A. no projeto.


Postado por þérolå, em 9:55 PM
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Quarta-feira, Novembro 10, 2004




Postado por þérolå, em 7:45 PM
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Postado por þérolå, em 7:43 PM
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Será que esqueci de crescer ou foi o mundo que cresceu demais?
Não importa.
Enquanto sentir prazer em dar boas gargalhadas assistindo a um desenho infantil;
Enquanto me sentir livre quando o vento bater no meu rosto e tiver vontade de voar;
Enquanto não sentir vergonha de chorar em público;
Enquanto ensaiar coreografias novas quando escuto boa música;
Enquanto fizer caretas para quem não me atende direito;
Enquanto criar bolas de meia para fazer guerras em família;
Enquanto deitar no gramado para ver os desenhos criados pelas nuvens no céu;
Enquanto der gargalhada quando alguém se estatelar no chão perto de mim;
Enquanto ficar de mal para depois de meia hora nem lembrar o motivo da briga;
Enquanto amarrar os cadarços dos sapatos alheios sem que seus donos percebam;
Enquanto me divertir passando trote pelo telefone;
Enquanto pagar mico tentando bambolear e tiver certeza que estou melhorando depois de conseguir, de novo, só uma volta e meia na cintura;
Enquanto chorar ao ver amigos partindo;
Enquanto me aninhar no colo de alguém simplesmente para escutar a batida de seu coração;
Enquanto fizer cara de cachorrinho pidão só para chamar a atenção;
Enquanto me sentir sozinha no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só;
Enquanto tiver certeza que "... e viveram felizes para sempre" acontece, também, na vida real;
Enquanto me olham com olhos de recriminação porque insisto em viver desta maneira, uma certeza toma conta de mim:
O mundo cresceu demais porque engoliu as crianças que os adultos deveriam manter dentro de si.
Ainda bem que a minha criança se recusa a virar banquete deste imenso gigante.

Emília Maria Martins Lopes

Postado por þérolå, em 7:36 PM
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Segunda-feira, Novembro 08, 2004





Voltei, gente!!
Em Campo Grande, tudo correu bem, graças à Deus.
Eventos, agendas, solenidades etc. e tal.
Revi alguns amigos de Minas (daí o texto lá em baixo) e
foi muito bom. Como está fulano... e sicrano??
Coisas de velhas amizades.
Vou até providenciar um texto de minha autoria
para descrever um certo reencontro.
Agora, vamos à nova semana!!
Aguardando o próximo feriadão, claro!!
Enquanto isso... a gente se fala!

Postado por þérolå, em 6:58 PM
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Postado por þérolå, em 6:54 PM
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Postado por þérolå, em 6:47 PM
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AS MARCAS ESTÃO CONSTRUINDO A SUA HISTÓRIA ...

Responda pra você mesmo: qual a mensagem que essa foto transmite?
Sem muito esforço você perceberá que a vida da gente é construída, "entalhada" no dia-a-dia.
Estamos sempre "esculpindo" nossa história. As vezes até com muitas dores.
Mas um novo ser pode nascer a cada instante, se você permitir e desejar.
Perceba que não ha ninguém ajudando a moça a se esculpir!
A vida da gente é exatamente assim, pois no final, teremos que prestar contas do que a gente fez da gente mesmo.
Está no ar uma nova manhã.
E isso, por si só já significa uma grande novidade, um grande presente!
E essa manhã não tem nada a ver com a manhã de ontem.
Afinal, a manhã de ontem já não tem mais nada de novo, já foi, já era!
O tempo segue seu curso enquanto você vai criando marcas para justificar sua história!
"O tempo não para, e no entanto, ele nunca envelhece".
O tempo é o produto mais perecível que existe,
Por isso, atue.
Use sua energia para agir bem.
Use todos os canais de percepção para contemplar bem, contemplar o belo, o bom!
Vamos, aproveite!
O dia está quase inteiro à sua frente!
Preencha o tempo desse dia de significados e sentimentos especiais.
Coloque para fora sua alegria de viver e não fique aí travado com suas preocupações, amarguras e outros bichos.
Nunca perca tempo pensando nas coisas que você não quer que aconteçam.
Elas não vão acontecer mesmo.
Convença-se disso.
Ao contrário, ocupe todo o espaço mental com o que você quer que aconteça.
É assim que você pode ficar mais próximo dos seus sonhos.
E tem mais uma coisa quando você se dispõe a viver bem e alegre: além de contagiar todo mundo com a sua confiança, você vai viver intensamente a sua vida.

* Mazzini *

Postado por þérolå, em 6:44 PM
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Mais pimpolhinhos de amigas...!!

Postado por þérolå, em 6:40 PM
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Gostaria muito de poder encontrar palavras para dizer do orgulho que sinto de ser mineiro. Meus pais não poderiam me dar um presente melhor. Se existir outra vida, quero nascer mineiro de novo. Mas tem uma coisa que eu gosto mais do que ser mineiro: é namorar as mineiras. Mineira não usa perfume e cheira gostoso demais. O jeito irresistível que a mineira tem para conversar no portão, sem encarar nos olhos e mexendo com os botões da nossa camisa é que nos conquista. Essa sabedoria não se aprende na revista Capricho nem nos livros de auto-ajuda.

Joaquim da Mata, o Velho Quincas, filósofo dos cafundós de Minas, quando compara o jeito de ser de uma mineira com o de outra mulher, afirma que a "deferença" está no preparo. O "caldinho" que envolve a mineira e dá a ela este jeitinho tão gostoso foi preparado em panela de ferro num fogão à lenha. Mineira não mente, conta lorota. Não menstrua, fica úmida. Não paquera, espia. Não fica bonita, já nasce formosa. Mineira não curte um som, ouve música. Não fala, proseia. Mineira não come estrogonofe, mas adora um picadinho de carne. Não faz crediário, compra fiado. Mineira não transa, faz amor. Não fica pelada, mostra as "vergonhas". Não erra, comete engano.

Mineira não chupa cana, toma garapa na beira do engenho. Não liga pra ninguém, mas telefona pra todo mundo. Mineira ama diferente. Flerta de longe, promete com o olhar e cumpre tudo o que nos deixou sonhar e não precisou esclarecer com palavras. Ela sabe que amor não é pra discursar, é pra fazer. Ama com os olhos, com as mãos,com o sorriso, com os gestos. Mineira ama com o corpo inteiro e com toda a sofreguidão da alma.

Conheci muitos tipos de brasileiras. Faceiras,trigueiras, formosas, poderosas, aditivadas, turbinadas, loiras, morenas, mulatas, cafuzas, todas bonitas, mas lhes falta essa brejeirice das mineiras, essa paciência de tecer sem pressa uma teia de aconchegos e mimos, de lembranças e sorrisos, que nós das Gerais tanto apreciamos. Existem coisas que já nascem com a mulher e muitas destas coisas estão diretamente ligadas ao lugar. Mineira faz doce como ninguém neste país. Quem já provou doce de cidra ou de leite feito por mineira, sabe o que é bom. Goiabada e marmelada, então, nem se fala.

Mineira estuda menos e ensina mais porque o que há de importante ela já nasceu sabendo. Mineiras se embelezam com bijuterias e ofuscam o brilho de jóias raras. Vestem-se de chita e ficam bonitas, porque mineira não segue moda: faz moda.
Mineira não usa tênis, enfeita as alpercatas. Mineira vai à igreja, assiste missa, comunga, mas por via das dúvidas toma um passe no centro espírita e joga rosas vermelhas pra Iemanjá no corgo de frente à horta. Sabe que são misteriosos o caminhos que levam às graças de Deus.

Também faz política, porque sempre sabe distinguir o certo do errado. Escondida por trás da simplicidade de toda mineira está uma guerreira pronta pra lutar pelo Brasil. Dizem mesmo nas Gerais que é a mulher quem ensina o homem a ficar rico.
Mineira não é feminista: é feminina. Pra que lutar contra os homens, se todo o poder está nela? Mulher, quando casa com homem rico, vira madame. Mineira vira esposa.

(autor desconhecido)

Postado por þérolå, em 6:38 PM
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