
![]() Hoje estou...
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![]() Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.
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![]() ![]() Letras de Músicaby letras.mus.br
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![]() Sexta-feira, Dezembro 24, 2004
A todos os visitantes amigos do Mural de Imagens, nossos votos de um Feliz Natal, cheio de paz, harmonia, amor, saúde e Cristo no coração!!! A gente se fala!
Estes foram os novos blogs que conheci em 2004. Graças à Deus, a maioria dos anteriores a esses estão sempre por aqui, numa amizade virtual forte, feliz e harmoniosa. Que em 2005 eu possa acrescentar muitos mais!!
Além do carinho de todos vocês que me visitam, recebi um lindo presente da Bella!
Quarta-feira, Dezembro 22, 2004
Hoje é o dia da confraternização da assessoria. Daqui à pouco, me emboneco e vou. Animada?? Nem tanto... Mas, esse social básico faz parte. Então... a gente se fala!
Reparei que fui pouco ao cinema, este ano... Também, com tanto DVD pra assistir!!! Ano que vem tenho que me dedicar mais às novidades!!
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Terça-feira, Dezembro 21, 2004
Continuo na retrospectiva. Até que achei legal, isso... porque não sou muito de olhar pra trás. E por falar em olhar pra trás, acho que tô vislumbrando coisas novas pra 2005. E das muuuuito boas... vamos ver. Hoje já comecei a mexer as primeiras peças do jogo. Então... A gente se fala!
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![]() Aos 17 anos, Maria Cláudia de Siqueira Del'Isola terminou o ensino fundamental, no Maristão, na 615 Sul. Estudou ali a vida inteira. Aprendeu, no lugar onde o pai é diretor e a mãe orientadora educacional, a fazer amigos. Nunca usou o fato de os pais serem influentes para obter vantagens. Pelo contrário. Exatamente por isso, esforçava-se mais. Estudava mais. Precisava dar exemplo. E tirou de letra todos os obstáculos criados por ser a filha do diretor da escola onde estudava.
Passou nos vestibulares de Psicologia, no UniCeub, e de Pedagogia, na Universidade de Brasília (UnB). Aos 19 anos - completados em junho - vivia um momento especial de sua vida. A moça bonita, de cabelos castanhos claros, sorriso perfeito e cara ainda de menina, estava particularmente feliz. E havia apenas um motivo para tamanha felicidade: Maria Cláudia gostava da vida. Fartava-se dela. Embriagava-se pelo prazer de sentir-se viva. 'Nunca vi ninguém com tamanha vontade de viver como ela'', conta uma amiga da faculdade. No ano que vem, faria o 5º semestre de Psicologia e o 4º de Pedagogia. Estudava pela manhã e à noite. À tarde, ensinava crianças do maternal na Associação Cristã de Moços (ACM), na L2 Sul. Mas, antes do início das aulas de 2005, Maria Cláudia tinha um compromisso inadiável e instransponível: o carnaval em Salvador. Seus olhos brilhavam só de pensar na viagem. ''Ela adorava axé music e não perdia uma Micarecandanga. Pulamos as três últimas de Brasília no Chiclete'', conta uma das melhores amigas. SIMPLICIDADE Maria Cláudia era a segunda e última filha do casal Marco Antônio Almeida Del'Isola, mineiro de 50 anos, e Cristina Maria Grangemon Siqueira Del'Isola, baiana de 46. A irmã mais velha, Maria Fernanda, 21, estudante de Arquitetura do UniCeub, também era sua confidente. Em alguns momentos, a caçula instigava Maria Fernanda, mais introvertida, a ir para a Micarecandanga, ao carnaval da Bahia, aos bares onde estavam os amigos. ''Ela só queria dividir o prazer que tinha em viver com quem estava do seu lado'', emociona-se um amigo. De temperamento extrovertido e comunicativa, Maria Cláudia era do tipo da pessoa que fazia questão de reunir pessoas. E o fazia com competência de quem realmente admirava o ser humano. ''Ela gostava de agregar, reunir pessoas. Era a alegria em pessoa'', atesta o tio Sérgio Diniz, de 55 anos. Na rede de relacionamentos da internet virou a Tatinha, apelido com o qual os amigos, carinhosamente, chamavam-na. A menina que foi eleita como a garota-sorriso do UniCeub também gostava de crianças. Estudava Pedagogia para dar aulas. ''Ela tinha vocação. As notas eram muito boas e tenho certeza de que seria uma excelente pedagoga'', avalia um professor da UnB. Emocionado, o professor, que pediu para não ser identificado, deixou escapar: ''O que me encantava nela era a simplicidade. Tratava todo mundo, do mais alto escalão ao mais humilde funcionário, da mesma forma. Acho que foi a pessoa mais simples que conheci na vida''.
BRILHO DIFERENTE Há dois anos, os pais de Maria Cláudia mudaram-se da Asa Sul para o Lago Sul. Era o sonho de querer dar uma vida mais confortável para as duas filhas. Lá, num lugar mais espaçoso, elas poderiam reunir os amigos em volta da piscina, fazer churrascos, estar com a casa sempre cheia. Maria Cláudia, que crescera na 215 Sul, teve receio. ''Ela disse que ia sentir muita saudade dos amigos da quadra'', conta a amiga Roberta. Mas aceitou o novo endereço. Os amigos da Asa Sul continuaram seus amigos. Nada mudou. Rigorosamente nada. Maria Cláudia era fiel aos amigos e às pessoas de quem gostava. ''Ela dizia que só tinha mudado de endereço. O coração e a cabeça continuavam na 215 Sul'', diz um amigo. Há pouco tempo, Maria Cláudia tirou carteira de motorista. Estava felicíssima. Para comprar o carro, que ganhou dos pais há seis meses, andou muito. ''Ela escolheu com muita calma. Afinal, era o primeiro carro'', revela uma amiga. E, depois de muito escolher, optou por um Gol preto. Generosa, sentia prazer em dar carona aos amigos que não tinham carro. Fazia quase como devoção. Ando muito preocupada com a violência dos crimes ocorridos em Brasília. Violência se vê por todo o canto, é verdade... Mas esta é uma cidade muito nova, para tamanhas atrocidades. E atrocidades cometidas por pessoas acima da linha da miséria, para tentar entender que aqui é o lugar da maior renda per capita do País. É a violência pela violência, e não a violência contra a fome, ou contra a miséria. Triste, isso.
Domingo, Dezembro 19, 2004
Domingo de descanso e preguiça. Ontem, muito sofá & poltrona, até a madrugada chegar. Hoje, sem programação, por enquanto. Na sexta, festa de confraternização na Empresa. Foi muito bom... muito papo e muita vódega. Amanhã, trampo pesado. Comecei a fazer uma Retrospectiva 2004 das coisas que eu curti neste ano. Hoje, postei meus Clássicos do cinema, meus Seriados adquiridos e minhas Viagens realizadas. Ainda tem mais. Portanto... A gente se fala!
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