
![]() Hoje estou...
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![]() Sexta-feira, Abril 22, 2005
Feriadão bom demais!! Ontem, agenda com festa de aniversário. Hoje, dia de pernas de fora. Só de pensar que amanhã e depois também serão, fico em estado de graça!! Tava precisando deste descanso. Então... Carpe Diem A gente se fala!
Esse Kibe é mesmo Louco...!! Essa do Rubinho saiu até no Jô Soares!!
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FELIZ ANIVERSÁRIO Brasília completa hoje 45 anos de história oficial. Poderia ser 48 anos se considerarmos o ato de JK, no Catete, Rio, firmando o dia 21 de abril de 1960. Ou 47 anos se a história contemplasse a "pequena história" dos miseráveis, atropelados pelo choque do país rural contra o urbano, chegando, tropa de semi-candangos, aos trapos, trôpegos nas malas de papelão grosso e sacos de estopas para abrir picadas e deixar seus pedaços de carne e sonho no solo da redenção sertaneja: a ditadura do litoral não poderia mais dar as costas para o Brasil. A pressão brutal do Rio ofendido só não deu tão certo pela pouca eficácia da mídia escrita e um rádio voltado mais para o entretenimento. Em terra de analfabetismo quem tem TV é rei. A iniciante TV nos anos 50 era mimo exótico das elites. Hoje, o império da manipulação faz e desfaz mitos e impõe um tipo de "opinião" na massa da "opinião pública", dita, informada. Como qualquer cidade Brasília sofreria as naturais apropriações culturais dos vencedores e forjaria seus "donos" e algozes. Seria desfigurada como utopia e projeto libertário de Brasil. A participação menos glorificada, óbvio, foi a dos "piotários" que deram sangue, suor e pequi para curar a insônia de D. Bosco. Neste aniversário oficial temos a nos redimir apenas o senso inesgotável da capacidade de resistência dos que ainda jogam seiva e sêmen na cidade violentada pela ocupação criminosa do solo, pela infâmia das autoridades ilegítimas, pelo velho empresariado vampiro que nada dá em troca, pela omissão de quem chegou ao poder para fazer e esqueceu do compromisso assumido. A cidade deteriora no meio ambiente, nas relações de convivência, nos requisitos básicos da dignidade humana. Porém, ainda estamos apaixonados e temos esperanças como bandeira de luta no projeto maior: ainda desembarcamos no pau-de-arara (não o instrumento de tortura que violenta pobre na periferia) com a mesma sede do construir. O que dizer de uma paixão para quem só ama com crachás, réguas e manuais? O que fazer para estancar a sangria desatada da estupidez teórica, derramada em tantos jornais e livros, que ainda teima classificar a "perversa Brasília" como antro e covil inóspito da desgraça nacional? Quem mais analisa Brasília é quem mais vive distante das suas vísceras. Quem mais a execra como símbolo do imaginário abortado de um projeto de nação fraterna e libertária é quem mais odeia a cara miserável do país quando se olha no espelho. Sejam os teóricos que nela habitam, ou os turistas acidentais que se perdem nas teses exatamente pela absoluta falta de tesão em se jogar nas contradições da cidade. O que dizer de uma cidade que faz só 45 aninhos e já carrega traços da ruína contemporânea precoce? Como explicar que toda cidade é boa, pois somos nós os verdadeiros autores das suas relações? A cidade se dá a quem se doa. Quem ama, não drama. Nossa paixão brasiliense consegue se manter acesa menos pelo êxtase da beleza. Ativos para que a Terra da Promissão não vire definitivamente a Terra da Promissória. Vencida e não resgatada. Feliz adversário, querida Brasília. Não esta, mas aquela que ainda estamos projetando fora dos monumentos e pranchetas. A que fundamos com nossa própria vida. Toda cidade será o que cada um fizer dela. O resto é estátua a ser coberta com a merda cívica e inocente dos pombos vagabundos do Planalto. TT Catalão
À 45 anos atrás, um mineiro realizador chorou, após concluído seu sonho.
Vista noturna do Aeroporto JK
Vista da Esplanada do alto da Torre de TV
Sinos da Catedral
Busto de Tiradentes
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![]() Ficha Técnica
Título Original: Shi Mian Mai Fu Gênero: Ação Tempo de Duração: 119 minutos Ano de Lançamento (China): 2004 Estúdio: Beijing New Picture Film Co. / EDKO Film Ltd. / Elite Group Enterprises / Zhang Yimou Studio / China Film Co-Production Corporation Distribuição: Sony Pictures Classics / Focus Features Direção: Zhang Yimou Roteiro: Zhang Yimou, Li Feng e Wang Bin Produção: William Kong e Zhang Yimou Música: Shigeru Umebayashi Fotografia: Zhao Xiaoding Desenho de Produção: Huo Tingxiao Direção de Arte: Han Zong Figurino: Emi Wada Edição: Cheng Long Efeitos Especiais: Animal Logic / Digital Pictures Iloura / Menfond Eletronic Art & Computer Design Co. Ltd. Elenco Takeshi Kaneshiro (Jin) Andy Lau (Leo) Zhang Ziyi (Mei) Song Dandan (Yee) Sinopse No ano de 859 a China passa por terríveis conflitos. A dinastia Tang, antes próspera, está decadente. Corrupto, o governo é incapaz de lutar contra os grupos rebeldes que se insurgem. O mais poderoso e prestigiado deles é o Clã dos Punhais Voadores. Leo (Andy Lau) e Jin (Takeshi Kaneshiro), dois soldados do exército oficial, recebem a missão de capturar o misterioso líder dos Punhais Voadores e para tanto elaboram um plano: Jin se disfarça como um combatente solitário, ganha a confiança da bela revolucionária cega Mei (Zhang Ziyi) e, assim, infiltra-se no grupo. Mas a dupla não contava com a paixão que Mei despertaria nos dois. ![]() Meus Cometários Do mesmo diretor do belíssimo Herói, mas muito menos belo que aquele, na minha humilde opinião. Quer seja pela fotografia, pelo roteiro ou pelo elenco. A revista Veja publicou ser este filme o melhor. Eu discordo. Este me lembrou filmes de National Kid - puxa, entrei no túnel do tempo! - colorido. Vale à pena ver? Vale... Mas, sem comparar com o Herói. Tem trailler aí do lado. Confira.
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Abençoado seja Bento XVI. Para continuar o trabalho de pacificador de João Paulo II pelo mundo.
Foto: Carlos Terrana
Foto: Fernando Bizerra
Foto: André Dusek 19 de abril - Dia do Índio
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Dia 18 de abril... fumaça Negra....
Segunda-feira, Abril 18, 2005
Semana alucinante!! Tudo ao mesmo tempo agora... Afinal, hoje já foi quarta-feira, né?!?!? E pra não encarar uma sexta-no-meio-do-feriado... dá-lhe correria!! Quando cheguei, hoje, havia um comentário geral de felicitações do poderoso chefão pelo meu trabalho na semana passada, em Campinas!! Legal, né?!?!? Fiquei toda orgulhosa de mim!! Carpe Diem A gente se fala!
Fontes: O Globo e Revista Veja
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Domingo, Abril 17, 2005
Semaninha curta, com feriadão no fim... Eita, coisa boa!! A semana promete fumaça no Vaticano. Brasília comemora 45 anos (mas corpinho de 21), na quinta-feira. O template tenta unir as duas coisas: uma vista da esplanada, na capital, onde um monumento, com as núvens, leva jeito de pira, com fumaça branca... Captou?!?!? Pois é. Ontem, cervejada com amigos. Hoje, dia de pernas de fora e repouso. Amanhã, muita ralação. Carpe Diem A gente se fala!
![]() A importância de perder peso
VOU AO SUPERMERCADO E CONSTATO o crescimento do setor de dietéticos. Abro revistas e me deparo com as exigências de se ter um corpo esbelto. As clínicas de cirurgia plástica estão com a agenda lotada de homens e mulheres esperando sua vez para lipoaspirar, cortar, reduzir. A sociedade toda conspira a favor da magreza, e de certo modo isso é positivo, ser magro faz bem para a auto-estima e para a saúde. Mas não tenho visto ninguém estimular outro tipo de dieta igualmente necessária para o bem-estar da população. Encontro suco light, chocolate light, iogurte light, mas pessoas light são raridade. Muita gente se preocupa em ser magro, mas não se preocupa em ser leve. Tem criatura aí pesando 48 quilos e que é um chumbo. São aqueles que vivem se queixando. Possuem complexo de perseguição, acham que o planeta inteiro está contra eles. Não se dão conta da sua arrogância, possuem certeza de que são a razão da existência do universo. Estão sempre dispostos a fazer uma piadinha maldosa, uma fofoquinha desabonadora sobre alguém. Ressentidos, puxam o tapete dos outros para se manter em pé. Não conseguem ver graça em nada, não relevam as chatices comuns do dia-a-dia, levam tudo demasiadamente a sério. São patrulhadores, censores, carregam as dores do mundo nas costas. Magrinhos, é verdade. Mas que gente pesada. Ser minimalista todo mundo acha moderno, mas ser leve - cruzes! - parece pecado mortal. Os leves, segundo os pesados, não têm substância, não têm profundidade, não têm consistência intelectual: não são leves e, sim, levianos. Os pesados não conseguem fechar o zíper das suas roupas de tanto preconceito saltando pra fora. Não bastasse a carga tributária, a violência, a burocracia e a corrupção, ainda temos que enfrentar pessoas rudes, sem a menor vocação para se divertir. Diversão - segundo os pesados, mais uma vez - é algo alienante e sem serventia. Eles não entendem como alguém pode extrair prazer de coisas sérias como o trabalho e a família. Não entendem como é que tem gente que consegue viver sem armar barracos e criar problemas.
Eu proponho uma campanha de saúde pública: vamos ser mais bem-humorados, mais desarmados. Podemos ser cidadãos sérios e respeitáveis e, ao mesmo tempo, leves. Basta agir com mais delicadeza, soltura, autenticidade, sem obediência cega às convenções, aos padrões, aos patrões. Um pouco mais de jogo de cintura, de criatividade, de respeito às escolhas alheias. Vamos deixar para sofrer pelo que é realmente trágico e não por aquilo que é apenas um incômodo, senão fica impraticável atravessar os dias. Dores de amor, falta de grana e angústias existenciais são contingências da vida, mas você não precisa soterrar os outros com seus lamentos e más vibrações. Sustente seu próprio fardo e esforce-se para aliviá-lo. Emagreça onde tem que emagrecer: no espírito, no humor. E coma de tudo, se isso ajudar. Feliz 2005! Martha Medeiros
Fonte: Revista VEJA
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