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Quinta-feira, Maio 26, 2005





Semanazinha curta, do jeito que todo mundo gosta!!
Hoje, feriadão, com churrasco de aniversário de uma grande amiga!!
Bom, né?!?!?
Amanhã, dias de pernas de fora!!
E depois, sábado e domingo, pra relaxar!!
Ai, ai... acho que tô é precisando de férias!!
Carpe Diem
A gente se fala!

Postado por þérolå, em 8:05 AM
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Postado por þérolå, em 8:02 AM
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GESTÃO EMPRESARIAL

Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso portal. Ainda meio zonza, atravessou-o e deu de cara com uma miríade de pessoas. Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:
- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?
- No céu.
- No céu?... - É. Tipo assim, o céu. Aquele com querubins voando e coisas do gênero.
- Que é isso amigo, você está com gozação?
- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.
Apesar das óbvias evidências (nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva. Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa. E foi aí que o interlocutor sugeriu:
- Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.
- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim? (...)
- Pois não?
A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro. Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:
- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...
- Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?
- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo "executiva"?
- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali, na organização.
- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando a toa, dá para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Headcount, então, não deve constar em nenhum versículo, correto?
- Hã?
- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
- Que interessante...
- Depois, mais no médio prazo, assim que os fundamentos estiverem sólidos e o pessoal começar a reclamar da pressão e a ficar estressado, a gente acalma a galera bolando um sistema de stock option, com uma campanha motivacional impactante, tipo: "O melhor céu da América Latina".
- Fantástico!
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização de um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver. Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas.
- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico por exemplo, me parece extremamente atrativo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar em um turnaround radical.
- Impressionante!
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que você terá um futuro brilhante se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o inferno...

Autor: Max Gehringer (Revista Exame)

Postado por þérolå, em 7:57 AM
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Postado por þérolå, em 7:51 AM
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Ficha Técnica
Título Original
: Mona Lisa Smile
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 125 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2003
Site Oficial: www.sonypictures.com/movies/monalisasmile
Estúdio: Columbia Pictures Corporation / Revolution Studios / Red Om Films
Distribuição: Columbia Pictures / Sony Pictures Entertainment
Direção: Mike Newell
Roteiro: Lawrence Konner e Mark Rosenthal
Produção: Elaine Goldsmith-Thomas, Paul Schiff e Deborah Schindler
Música: Rachel Portman
Fotografia: Anastas N. Michos
Desenho de Produção: Jane Musky
Direção de Arte: Patricia Woodbridge
Figurino: Michael Dennison, Carmen Hawk e Milla Jovovich
Edição: Mick Audsley

Elenco
Julia Roberts (Katharine Watson)
Kirsten Dunst (Betty Warren)
Julia Stiles (Joan Brandwyn)
Maggie Gyllenhaal (Giselle Levy)
Ginnifer Goodwin (Connie Baker)
Dominic West (Bill Dunbar)
Juliet Stevenson (Amanda Armstrong)
John Slattery (Paul Moore)
Marcia Gay Harden (Nancy Abbey)
Topher Grace (Tommy Donegal)
Laura Allen (Susan Delacorte)
Marian Seldes (Presidente Jocelyn Carr)
Terence Rigby (Dr. Edward Staunton)
Donna Mitchell (Sra. Warren)
Jorda Bridges (Spencer Jones)
Ebon Moss-Bachrach (Charlie Stewart)
Taylor Roberts (Louise)

Sinopse
Katharine Watson (Julia Roberts) é uma recém-graduada professora que consegue emprego no conceituado colégio Wellesley, para lecionar aulas de História da Arte. Incomodada com o conservadorismo da sociedade e do próprio colégio em que trabalha, Katharine decide lutar contra estas normas e acaba inspirando suas alunas a enfrentarem os desafios da vida.



Meus Comentários
Quando comecei a assistir, tive a impressão de que veria uma história que se rivalizasse com "O Clube do Imperador", que eu adorei. Engano escabroso!! Nada à ver... Acho que a Júlia Roberts devia algum favor pro roteirista ou pro diretor deste filme. E pagou. Caro.

Postado por þérolå, em 7:48 AM
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O link o levará até uma linda mensagem musical.
Vale conferir. Clique aqui!

Postado por þérolå, em 7:41 AM
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Postado por þérolå, em 7:38 AM
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Postado por þérolå, em 7:36 AM
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Segunda-feira, Maio 23, 2005





Eis-me aqui, again...
Melhor? Posso dizer que sim... não 100%, mas melhora considerável.
Andei sumida dos blogs amigos, mas só não comentei...
Fico sempre com receio de "dizer" qualquer coisa quando estou nesta fase.
Receio de escrever qualquer coisa que magoe ou não seja totalmente compreendido.
Mas visitei vários, acreditem.
As biritas foram até bem degustadas, dentro do possível.
Nada que uma saída estratégica, antecipada, não atrapalhasse.
Pior é quando a coisa fica até física, com bolo no meio do peito...
Haja concentração!!!
Mas... tudo há de melhorar, acreditem!!
Meu horóscopo disse que vai tudo ficar bem. E ele é porreta!!
Devagarzinho as coisas vão se arrumando. Talvez com mudanças...
Carpe Diem
A gente se fala!

Postado por þérolå, em 11:55 PM
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A Causa Oculta das Doenças

Por trás de uma doença ou acidente sempre existe alguma energia agindo.

Tendo pensamentos negativos criamos em nosso mundo mental uma realidade que se materializa no nosso corpo. Portanto, aquilo que pensamos-coisas boas e ruins- atraímos para nossas vidas.

O Feng Shui cuida e melhora a energia dos ambientes, mas para torná-los mais saudáveis temos de cuidar e equilibrar primeiro nossos pensamentos. Em outras palavras, devemos fazer um Feng Shui pessoal e mental.

De acordo com a terapeuta holística Vera Caballero, que pesquisa o assunto, achar que a causa dos nossos problemas está na crise econômica, na frente fria, no trânsito, na violência, no chefe, no marido ou na esposa pode ser um grande engano. A principal causa dos nossos problemas e infortúnios está dentro de nós mesmos, nos nossos pensamentos e crenças.

Essa é a opinião de Louise Hay, que é uma das maiores pensadoras norte-americanas da Nova Era e autora do livro "Você pode curar sua vida". No Brasil, esse livro vendeu mais de um milhão de exemplares e ajudou a modificar a consciência de muita gente. Pessoas que, conduzidas por padrões mentais negativos, deixaram-se levar pelas doenças e sentimentos nocivos.

Louise Hay aponta a crítica, o ressentimento e, principalmente, a falta de amor próprio como os grandes causadores de enfermidades e todo o tipo de problemas em nossa vida. Criamos as doenças em nossa cabeça e o corpo funciona apenas como um reflexo dos pensamentos, crenças e sentimentos. Ou seja, por trás de uma doença existe sempre uma crença incorreta, como o use de frases como "não sou bom o bastante", "não vou conseguir", "sou culpado e portanto não mereço ser feliz", "nada para mim dá certo" e "todos me perseguem".

Se você não acredita na teoria de Louise, saiba que ela curou um câncer fazendo afirmações positivas, tratamentos alternativos e mudando sua forma de encarar a vida.

A seguir você vai conhecer o significado das principais partes do nosso corpo e identificar os padrões mentais causadores de doenças. No entanto, isso não dispensa, de forma alguma, o tratamento médico convencional. O ideal seria escolher um médico de sua confiança e, paralelamente ao tratamento, fazer uma análise profunda da forma como você vê e se comporta diante da vida.

Ao resgatar sua auto-estima e adotar pensamentos positivos e otimistas, você estará criando condições para que seu organismo reaja de forma mais rápida e favorável ao tratamento. Além de ajudar na recuperação mais rápida, você também prevenirá o aparecimento de doenças futuras e construirá uma vida mais alegre e próspera.

Cada dor tem uma história - Confira na lista a seguir o significado de cada enfermidade. Veja se o significado vale para você. Se não, fique em silêncio, concentre-se e pergunte para si mesmo: "Que pensamentos criaram isso em mim?". Alguns significados são até fáceis de serem detectados, outros estão em níveis tão profundos de nossa psique que se torna necessária uma ajuda externa. Uma vez identificadas as crenças incorretas, começa uma nova etapa: a superação das carências e medos, o fortalecimento do eu e a busca de uma nova filosofia de vida, mais positiva, alegre e confiante.

· Acidentes: incapacidade de defender-se, rebelião contra a autoridade e crença na violência.

· Alcoolismo: sentimento de futilidade, inadequação, culpa e auto-rejeição.

· Alergias: negação do próprio poder.

· Anemia: falta de alegria, não se sentir bom o bastante e hesitante.

· Ansiedade: falta de confiança no fluxo e no processo da vida.

· Arteriosclerose: resistência, tensão, estreiteza mental e recusa em ver o bem.

· Articulações: representam as mudanças de direção na vida e a facilidade desses movimentos.

· Artrite: sentimento de falta de amor, crítica e ressentimento.

· Asma: amor sufocante; incapacidade de respirar por si; choro reprimido.

· Bursite: raiva reprimida e vontade de agredir alguém.

· Câncer: mágoa profunda, ressentimento antigo, grande segredo; ódios.

· Celulite: prisão a sofrimentos da primeira infância; dificuldade em avançar e medo de escolher a própria direção.

· Colesterol: obstrução dos canais da alegria; medo de aceitar a alegria.

· Desvios de coluna: incapacidade de fluir com o apoio da vida.

· Infarto: abrir mão da alegria do coração em favor do dinheiro, posição, etc.

· Dentes: indecisão duradoura; incapacidade de analisar idéias e tomar decisões.

· Derrame: desistência; preferência pela morte à mudança; resistência e rejeição da vida.

· Diabetes: tristeza profunda, amargura, grande necessidade de controlar.

· Doenças crônicas: recusa em mudar, medo do futuro e insegurança

· Enxaqueca: medos sexuais, resistência ao fluxo da vida ou desagrado por ser impelido por alguém.

· Gastrite: incerteza prolongada e sensação de condenação.

· Garganta: criatividade sufocada, raiva engolida, incapacidade de expressão.

· Gordura: proteção e supersensibilidade

· Gripe: abalo forte no sistema imunológico causado por choque emocional.

· Insônia: medo; falta de confiança no processo da vida e culpa.

· Labirintite: medo de não estar no controle.

· Menopausa (problemas): medo de não ser mais desejada, de não ser boa o bastante.

· Menstruação (problemas): rejeição da feminilidade e dos órgãos sexuais, culpa

· Torcicolo: teimosia inflexível.

· Tuberculose: definhamento por causa do egoísmo, possessividade, pensamentos cruéis e vontade de vingança.

· Hipertensão: problemas emocionais não resolvidos

· Prisão de ventre: recusa em soltar velhas idéias; prisão no passado.

· Reumatismo: sentimento de vítima, ressentimento, amargura crônica, falta de amor.

· Sinusite: irritação com alguém próximo.

· Úlceras: medo de não ser bom o bastante.

· Varizes: excesso de trabalho e desencorajamento.

Para complementar o conhecimento sobre o tema, leia o artigo sobre Feng Shui e doenças. Quem quiser em contado com Vera Caballero pode escrever para o e-mail veracaballero@uol.com.br.

FRANCO GUIZZETTI - Colunista da Folha Online

Postado por þérolå, em 11:48 PM
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Postado por þérolå, em 11:37 PM
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REDAÇÃO ATUAL COM O MELHOR DA GRAMÁTICA PORTUGUESA

¨Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.

De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.

Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndiodo substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.


Esta é uma redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco - Recife) que obteve vitória em um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.

Postado por þérolå, em 11:34 PM
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Postado por þérolå, em 11:31 PM
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Postado por þérolå, em 11:30 PM
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Postado por þérolå, em 11:27 PM
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Mulher bate recorde de orgasmos nos EUA.

Uma mulher de 28 anos bateu o recorde de orgasmos consecutivos ontém, no estado de Harward, EUA. O teste foi realizado na Universidade Federal de Harward. Acompanhada por uma equipe médica, e com o auxilio de aparelhos, Mayra teve 102 orgasmos seguidos, quando estimulada no clitóris; o recorde anterior era de 81, obtido por uma polonesa em 1998. De acordo com o resultado, os médicos poderão definir os fenômenos do Orgasmo feminino. "Os resultados foram impressionantes" Declarou Jhon Berdway porta-voz da equipe médica que acompanhou o teste. De acordo com a equipe médica, o intenso orgasmo obtido por Mayra, não poderia ser obtido através do sexo normal com um homem. "Geralmente, uma mulher não consegue obter mais do que 2 orgasmos em uma relação, lembramos que esse caso do teste é raro" O teste também teve suas consequências negativas: Após o 50° orgasmo, a mulher perdeu totalmente os movimentos das pernas. Veja o que ocorreu no corpo de Mayra em cada etapa:
1° orgasmo: Sensação de Intenso prazer. é o orgasmo mais intenso de toda a série.
5° orgasmo: Profundo relaxamento muscular
10° orgasmo: A mulher perde a visão, em razão das fortes contrações musculares, e dos impulsos cardíacos, mais continua sentindo um prazer muito forte.
17° orgasmo: Perda dos movimentos dos braços.
29° orgasmo: Perda dos movimentos faciais
36° orgasmo: A área cerebral destinada ao sexo funciona plenamente, e a sensação de prazer aumenta cada vez mais.
45° orgasmo: A vagina começa a ter impulsos involuntários muito fortes.
53° orgasmo: A mulher perde os movimentos da perna
58° orgasmo: Mayra fica totalmente paralizadas, toda a força do corpo vi para a vagina, que começa a latejar fortemente.
80° orgasmo: O corpo não tem mais forças para a sequencia de orgasmos, os nervos da perna não respondem aos comandos cerebrais.
102° orgasmo: O coração bate a 161 bpm, e os médicos resolvem encerrar o teste.
Após o teste, Mayra ficará 3 dias em repouso absoluto, já que não consegue andar, até recuperar-se com uma alimentação rica em carboidratos.
Segundo Mayra "Foi uma sensação maravilhosa, jamais senti isso na minha vida". O resultados completos do teste, estão no site da Universidade federal de Harward.
Em 13/05/2005 - Fonte: BBC News

Postado por þérolå, em 11:25 PM
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